28 de fevereiro de 2021

Ferramenta QuiteJá registra aumento nos acordos de dívidas no Amazonas

O recebimento do 13° salário, além de facilidades para entrada e prestação a prazo oferecidas pelos grandes bancos e redes de varejo, estão entre os responsáveis pelo aumento de 20,57% na demanda em negociação de dívidas que o estado do Amazonas registrou no mês de dezembro. O levantamento da QuiteJá, plataforma de renegociação de dívidas, apontou que a média no valor de dívidas negociadas é a partir de R$2.100 e as parcelas giram em torno de R$150.

Na mesma direção, os índices de inadimplência no Amazonas divulgados pela Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), indicam quedas seguidas na quantidade de amazonenses que possuem algum tipo de débito. Ao menos 8,4% das famílias estão endividadas, considerado o menor percentual do ano registrado em nível local em nove meses. 

Em contrapartida, o percentual nacional voltou a subir no último mês de 2020,  após três reduções seguidas. A pesquisa apontou que 66,3% dos consumidores estão endividados, uma alta de 0,3 ponto percentual com relação a novembro. No comparativo anual, o indicador registrou aumento de 0,7 ponto porcentual.

O CEO da QuiteJá, Luiz Henrique Garcia, explica que mesmo com um cenário econômico delicado, milhares de pessoas veem a renegociação de dívidas como uma forma de amenizar os impactos na vida financeira. Ele retira que o momento é oportuno, considerando que todos os bancos ou redes varejistas estão com excelentes opções e ofertas de desconto, prazos para pagamento e taxas de juros favoráveis.

“Devido a pandemia, as condições que estão sendo adotadas pelos credores de forma geral são muito atrativas, quase uma ‘black week’ de negociação que podem oferecer ao cliente taxas de juros bem menores, descontos em multas, parcelamento do débito, e dentre outras ofertas. As condições são sempre estruturadas de acordo com o perfil e situação de cada cliente. Portanto, se a pessoa possui condição para negociar, o ideal é não perder tempo e correr para aproveitar”, declara.

Estratégia tem dado certo

O especialista em gestão de cobrança Hélio Fonseca reitera que ao longo da pandemia o número de renegociações online ganharam força e cresceram mais de 50%. “Muitas empresas entraram para o digital e outras viram o mercado como aposta de adoção deste tipo de modelo. É bem viável para ambos os lados, tanto credor como devedor. Tradicionalmente os consumidores que possuem algum tipo de restrição no nome investem no dinheiro extra para liquidar as dívidas, muitos aproveitaram para fazer isso”.

Ele prevê ainda que ao longo deste ano, os números de acordos devam aumentar por meio online em função do cenário atual. “As plataformas de digitalização de cobranças surgem como um fator muito importante em que o Amazonas enfrenta um momento desafiador com um panorama de dificuldades de recuperação”.

Maior clareza

O executivo da QuiteJá alerta ainda que o primeiro passo é sempre conhecer a sua dívida, identificar os detalhes como qual o volume e saber do que se trata o débito. “Parece algo óbvio demais, porém, algumas pesquisas mostram que, na realidade, a maioria dos brasileiros sequer sabe qual é o tamanho do seu endividamento. Recentemente, aqui na QuiteJá realizamos uma pesquisa que mostrou que 66,6% dos respondentes se consideram endividados. Algumas pessoas não sabem o impacto que é deixar uma dívida em aberto, principalmente se for em cartão de crédito. É necessário pensar na melhor saída para pagar a dívida, com base na sua capacidade financeira. Formule pelo menos duas propostas diferentes para quitar o débito, e registre isso detalhadamente para usar durante a negociação com o credor. Após isso, exponha com transparência qual a sua realidade atual. A boa conversa é a melhor saída nesse momento”, detalhou.

Sobre a plataforma

A QuiteJá oferece suporte durante todo o processo de pagamento, apresentando oportunidades e planos de negociação e sugerindo descontos que beneficiem todos os envolvidos. Com atuação nacional, a empresa já contabiliza mais de 702 mil acordos pagos e ajudou mais de 600 mil brasileiros a regularizarem os seus débitos. Em um cenário com 66,3 milhões de inadimplentes no país, a empresa de negociação de dívidas estima crescer o equivalente aos quatro anos anteriores durante 2021.

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