Felizmente aconteceu o encontro do setor primário com os alemães

AGORA SIM! O bate papo com os alemães envolveu (pelas fotos) pessoas do governo que realmente conhecem o setor primário do Amazonas, ou seja, pessoas que entendem de geração de renda justa aos defensores da floresta mais preservada que está, e vai continuar em pé, mas infelizmente tem metade da população sem ter o que comer. 

Como é bom ter visto nas fotos a Anecilene, Lucelisy, Bolacha e o Petrucio. Meu xará Tomás, é o mais novo dessa turma, mas também já deu tempo pra conhecer o que realmente a “ponta” precisa. Tem muita gente no Sistema SEPROR que conhece a agropecuária local, mas a sala certamente era pequena e não poderia ter aglomeração. 

Contudo, eu me senti representado por essa turma do setor público da agropecuária local esse pessoal sabe que os modelos até aqui adotados não mudaram a realidade do interior, isso os diretores do Banco Alemão precisavam saber. Os números oficiais mostram que a estratégia tem que ser outra, ou seja, floresta em pé, mas o caboclo também.

Agora, esses encontros, não poderiam ter acontecido de forma isolada. Quando se fala em agronegócio familiar e/ou empresarial parece que a SEMA (Secretaria de Meio Ambiente) é de um governo diferente do que pertence o Sistema SEPROR (Secretaria de Produção Rural). Parece até que o setor primário só faz coisas erradas, mas não é verdade. Todos que acompanham o que escrevo sabem que defendo o governo Wilson Lima pelos vários compromissos de campanha (da qual participei) já cumpridos e pelos resgates que tem feito no setor que trabalho há quase quarenta anos como servidor público, e a sugestão que faço é que a área ambiental esteja mais presente quando o assunto for agronegócio, seja ele do pequeno, médio e grande produtor, afinal de contas já é consenso o desenvolvimento sustentável, aliás, não tem desenvolvimento se não for sustentável. O próprio governador já deu exemplo de proximidade do agronegócio em todos os níveis ao transferir seu gabinete para dentro da EXPOAGRO em 2019, inclusive com reunião presencial com produtores rurais tratando justamente de questões ligadas ao licenciamento ambiental. Nunca e nem vou defender ilegalidade, mas agilidade dentro da legalidade sempre cobrarei. A razão é simples: temos um estado precisando de emprego e renda em razão do elevado grau de insegurança alimentar. Recentemente no encontro do CADAAM, Comitê de Agronegócios (que discute o agronegócio familiar e empresarial), apesar de divulgada a participação, a reunião não contou com a presença do titular da SEMA, nem de forma virtual, mandou representante. Insisto na maior proximidade, e reuniões únicas para dar mais agilidade nas pautas, entre elas o ZEE (Zoneamento Econômico Ecológico), pois sei que na SEMA também tem ótimos técnicos, mas a distância do agronegócio familiar e empresarial tá muito grande, e quem tá pagando essa conta é o produtor rural e as famílias que estão na extrema pobreza. Precisamos ser rápidos.

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