Fed diz que governo pode voltar a injetar recursos na economia

O presidente do Fed (Federal Reserve, o Banco Central americano), Ben Bernanke, admitiu esta semana que a autoridade monetária deve tomar novas medidas para injetar recursos na economia em larga escala caso o baixo crescimento do PIB visto atualmente fique ainda pior e ocorram sinais de deflação.
“O comitê está preparado para fornecer um estímulo monetário adicional através de medidas não convencionais se for necessário, especialmente se as perspectivas se deteriorarem de forma significativa”, destacou em em discurso preparado para uma conferência em Jackson Hole (Wyoming).
Bernanke afirmou que a compra de ativos de prazo mais longo pelo banco central norte-americano tem sido eficaz na redução dos custos de financiamento, e disse acreditar que os benefícios de comprar mais ativos como esses, se necessário, superariam quaisquer desvantagens.
Outras opções -como o compromisso de manter o juro excepcionalmente baixo por um período ainda maior ou a elevação das metas de inflação do Fed- seriam menos eficazes, acrescentou.
Porém, Bernanke deixou claro que o Fed não decidiu o que provocaria a adoção de um estímulo adicional.
“Nesta conjuntura, o comitê não acertou um critério específico ou gatilhos para ações futuras”, disse.
O titular do Federal Reserve descreve o cenário atual como “inerentemente incerto” e considera que a economia “permanece vulnerável a desenvolvimentos inesperados”.
Segundo ele, a recuperação econômica perdeu força nos últimos meses, mas ainda persistem as condições para um reaquecimento no próximo ano.
No texto, ele afirmou que o Fed não vai permitir que a economia dos EUA caia num período de deflação.

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