10 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Fed dá importância para política transparente

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O presidente do FED (Federal Reserve, o BC dos Estados Unidos), Ben Bernanke, enfatizou, na sexta-feira, a importância de uma política monetária transparente para favorecer o funcionamento da economia.

Em uma teleconferência Bernanke disse que “A comunicação por parte dos bancos centrais é um elemento-chave da política monetária”. “Num mundo de incertezas, informar ao público sobre os objetivos, projetos e perspectivas de um banco central pode afetar os comportamentos e os resultados econômicos”, acrescentou, referindo-se a diversos estudos sobre o tema.

“O fato de que o público deva saber coisas sobre a economia e sobre a política monetária do banco central é uma boa razão para tentar ser previsível e transparente, evitar sobreatuar ante as informações econômicas do momento e reconhecer como é difícil estimar em tempo real o nível sustentável da atividade econômica e o emprego”, afirmou.

Bernanke não falou da conjuntura atual nem do nível das taxas do banco central americano.

O Federal Reserve (Fed, o BC americano) injetou através de três operações, US$ 28,25 bilhões no sistema monetário do país através de seu banco regional de Nova York, responsável por realizar este tipo de operação.

Durante a semana, o banco central americano introduziu US$ 52,272 bilhões no mercado. Além dos US$ 28,25 bi-lhões que injetou na sexta-feira, o Federal Reserve colocou US$ 14,75 bilhões na segunda-feira, US$ 6,5 bilhões na terça-feira e US$ 6,25 bilhões na quarta-feira.

A dívida adquirida hoje por um valor total de US$ 28,25 bilhões é apoiada por títulos do Tesouro (US$ 5,976 bilhões) e de agência (US$ 16,774 bilhões), e por créditos hipotecários (US$ 5,5 bilhões).

A compra de instrumentos financeiros é a principal ferramenta do Fed para injetar liqui-dez no sistema e contribuir para manter a taxa de juros interbancária perto de seu objetivo, que agora está em 4,75%.
Bolsas em NY caem

As Bolsas americanas operam em queda com a divulgação de resultados corporativos fracos, em um dia sem anúncio de indicadores econômicos. Com os resultados fracos, os investidores voltam a temer que os efeitos da crise das hipotecas de risco no país ainda não tenham se dissipado.

Às 15h (em Brasília), a Bolsa de Valores de Nova York estava em queda de 1,39%, operando com 13.695,82 pontos no índice Dow Jones Industrial Average (DJIA), enquanto o S&P 500 caía 1,35% para 1.519,77 pontos. A Bolsa Nasdaq operava em baixa de 1,38%, caindo para 2.760,65 pontos.

Entre os resultados corporativos negativos do dia estiveram os do banco Wachovia (quarto maior dos EUA), com uma queda de 10% em seu lucro no terceiro trimestre.

As ações do HSBC também caíram com a notícia de que o banco enfrenta um processo judicial ligado a seu setor de hipotecas e de que o UBS rebaixou a classificação dos papéis do banco de “compra” para “neutro”.

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