Fed concede liquidez ao sistema com US$ 65.2 bi

Com essas três novas injeções, durante esta semana o Federal Reserve concedeu liquidez ao sistema com um total de US$ 65,25 bilhões.
O Federal Reserve injetou na segunda-feira US$ 16,75 bilhões; na terça-feira, outros US$ 9,75 bilhões; na quarta-feira, novamente US$ 9,75 bilhões; e na quinta-feira, mais US$ 29 bilhões -todas por meio do Fed de Nova York, responsável por realizar este tipo de contribuição de liquidez.
O banco, encarregado da política monetária do país, aceitou em três operações a compra de dívida de um valor total de US$ 29 bilhões, mas as ofertas recebidas foram de mais de US$ 155,95 bilhões.
A dívida adquirida por um valor total de US$ 29 bi-lhões é apoiada por títulos do Tesouro (US$ 5,518 bilhões) e de agência (US$ 2 bilhões), e por créditos hipotecários (US$ 21,482 bilhões).
Nas últimas semanas, o Federal Reserve está colocando mais liquidez do que o normal no sistema, especialmente através da compra de créditos hipotecários, um setor que passa por uma forte crise devido à falta de efetivo, devido à grande quantidade de hipotecas de alto risco (subprime) que há nos mercados e à conseguinte perda de confiança pelos investidores.
A compra de instrumentos financeiros é a principal ferra-menta do Fed pa-ra injetar liquidez no sistema e, assim, contribuir para manter a taxa de juros interban-cária perto de seu objetivo, que está em 4,75%, após a redução decidida nesta terça-feira.

Indicadores
econômicos
O índice que avalia o desempenho dos principais indicadores econômicos dos Estados Unidos registrou queda de 0,6% em agosto, depois de uma alta de 0,7% em julho, o que indica que a economia americana pode vir a perder mais fôlego nos próximos meses, devido à crise das hipotecas de risco.
Os dados foram divulga-dos pelo instituto america-no privado de pesquisa Con-ference Board.
“O crescimento econô-mico deve se manter no curto prazo, embora em ritmo me-nor’’, disse o economista do instituto, Ken Goldstein.
Para que esse crescimento continue, no entanto, é preciso restaurar a confiança nos negócios e na saúde da economia de um modo geral -afetada pela crise no mercado imobiliário-, disse Goldstein.
“Essa queda nos valores dos ativos imobiliários, se combinada com um fraco crescimento no mercado de trabalho, pode ter um impacto negativo sobre o avanço nos gastos dos consumidores’’, disse o economista.

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