Fed, BCE e demais BCs anunciam plano conjunto para conter distúrbio

O Federal Reserve (Fed, o baco central dos Estados Uni-dos), o BCE (Banco Central Europeu), o Banco da Inglater-ra e outros bancos centrais do mundo anunciaram um acordo para enfrentar de maneira coordenada a crise global de crédito. O anúncio foi feito pela entidade americana.
O esforço conjunto para aumentar a liquidez (dinheiro) disponível no sistema financeiro internacional inclui um novo método de concessão de empréstimos a bancos comerciais.

Segundo o plano, o Fed injetará dinheiro no sistema financeiro por meio de leilões de curto prazo -o primeiro está marcado para 17 de dezembro. Além disso, o Fed anunciou linhas de swap em moeda estrangeira com outros bancos, como o BCE. O banco vem tomando medidas para evitar que a economia americana mergulhe em uma recessão. A situação econômica dos EUA é de incerteza, em meio a uma crise no mercado imobiliário que se ramificou em uma crise no mercado de crédito como um todo (devido à inadimplência no segmento de hipotecas de risco). No fim do mês passado, o presidente do Fed, Ben Bernanke, disse que o banco deverá “estar excepcionalmente alerta e ser flexível’’ para enfrentar os efeitos dessas crises.

Saldo negativo

O déficit na balança comercial dos EUA ficou em US$ 57,82 bilhões em outubro, nível mais alto desde julho deste ano e 1,2% acima do registrado em setembro, informou o Departamento do Comércio.

Segundo o departamento, os preços do petróleo e a entrada maciça de produtos importados no país, com destaque para os produtos chineses, reduziram o efeito positivo do aumento das exportações americanas. As exportações dos EUA tiveram um aumento de 0,9%, atingindo o recorde de US$ 141,7 bilhões. Já as importações cresceram 1%, para US$ 199,5 bilhões, valor recorde também. Em setembro o déficit ficou em US$ 57,12 bilhões (dado revisado).

O resultado excedeu a expectativa dos economistas, que previam um déficit ligeiramente menor, de US$ 57,50 bilhões. As exportações tiveram desempenho positivo na expansão da economia americana no terceiro trimestre, com crescimento de 18,9%, segundo dados revisados divulgados no mês passado pelo departamento.

O PIB do país foi revisado para cima, para 4,9% (contra 3,9% na estimativa inicial).

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