Exportações e importações iniciam mês de setembro com recorde

A balança comercial brasileira apresentou um saldo positivo de US$ 1,204 bilhão na primeira semana de setembro (dias 1 a 9). Esse resultado é a diferença entre as exportações de US$ 3,482 bilhões e importações de US$ 2,278 bilhões.
Pela movimento da média diária, que é o total negociado por dia útil, tanto as exportações como as importações foram recordes.
As vendas tiveram um movimento diário de US$ 870,5 milhões e as compras, de US$ 569,5 milhões. Os recordes anteriores foram registrados, respectivamente, na primeira semana de junho (US$ 701 milhões) e na terceira semana de julho (US$ 534,2 milhões).
No ano, o superávit comercial (saldo positivo entre exportações e importações) é de US$ 28,717 bilhões, uma queda de 4,7% em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 30,142 bilhões).
O principal fator para essa queda é a compra de produtos importados. As importações têm subido em um ritmo muito superior ao das exportações, estimuladas pela baixa cotação do dólar.
De janeiro até a primeira semana de setembro, as exportações somam US$ 105,916 bilhões e as importações, US$ 77,199 bilhões -crescimentos de 18,8% e 30,9%, respectivamente. A média diária das vendas ao exterior está em US$ 612,2 milhões e das compras de produtos importados, em US$ 446,2 milhões.
O mercado financeiro estima um superávit da balança comercial de US$ 42,3 bilhões neste ano, enquanto o Banco Central projeta um saldo positivo de US$ 40 bilhões. Já para o ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento), o saldo da balança comercial deve ficar entre US$ 43 bilhões e US$ 45 bilhões.
Em agosto, as vendas para o exterior totalizaram US$ 15,101 bilhões, o valor mais alto já registrado para um único mês. O mesmo ocorreu com as compras de produtos importados, que somaram US$ 11,566 bilhões no mês passado, segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
O alto volume de importações fez o saldo comercial da balança ficar em US$ 3,535 bilhões no mês passado, 22,4% abaixo do registrado em agosto de 2006 (US$ 4,554 bilhões).
Essa queda ocorreu porque as compras de produtos importados cresceram a um ritmo superior ao registrado pelas exportações.

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