Expansão gera 120 postos de trabalho

Segundo Andrade, a fábrica de Anápolis não produz o suficiente para cobrir a demanda: “Não tem para quem quer”, disse o dirigente, que no dia 10 de dezembro receberá o título de Empreendedor do Ano, concedido pelas editoras Abril e Três. Para adequar a linha de montagem e iniciar a produção do Tucson nacional, a partir de junho de 2008, Andrade liberou a contratação de mais funcionários –cerca de 120, elevando em 60% o número de funcionários.

“A queda do dólar e o interesse do mercado criaram um cenário de demanda crescente para os nossos caminhões”, afir­mou o presidente do Grupo Caoa, que está investindo R$ 1,2 bilhão até 2010 anos na construção da montadora em Goiás. Outros pontos comuns, como preços estáveis, números do empreendimento, qualidade do produto e marketing estão impulsionando o negócio que poderá se expandir.

A coreana Hyundai tem interesse em abrir uma segunda fábrica, no Brasil e o Grupo Caoa participa das discussões: “Há, sim, a possibilidade de uma segunda fábrica”, disse. “Porém, é algo para se discutir a longo prazo”, comentou. Garantiu, no entanto, que deverá optar pela implantação, em Goiás, da nova unidade industrial.

O Tucson nacional terá um motor de 2,7 litros, seis cilindros em V, potência de 180 cavalos, transmissão automática e preço que deve variar entre R$ 65 mil e R$ 78 mil. Segundo Andrade, o que levou a montadora a nacionalizar a produção deste veículo são os números de vendas do produto.

O Tucson é o carro mais emplacado (33,9%) em São Paulo na categoria Utilitário Esportivo (da sigla SUV, em inglês), de acordo com dados do Renavam de maio a junho deste ano.

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