Induvidosamente pouco se espera dos que perderam suas “mamatas”, a não ser a sórdida postura de atacar o governo federal na vã tentativa de provocar o caos. Obviamente que o mundo não previa a chegada de uma colossal epidemia, mas diante do ocorrido combatê-la em todas as suas causas e consequências se constituira no dever impostergável. E, alertados por cientistas de elevado conceito as nações passaram  a adotar posturas diversas; eis que cada uma já enfrentava suas dificuldades internas.

Aqui o País se encontrava destruído, em razão do assalto perpetrado pelos governos anteriores e quando dera início à sua necessária reconstrução  interna para transformá-lo em voz respeitada no mundo, adviera a pandemia exigindo novos gastos notadamente para auxiliar os menos favorecidos. Confiamos no governo sério, onde a honestidade de propósitos é a  marca sempre presente nas atitudes; o que nos faz perceber que há perspectiva positiva para o futuro, independentemente de se enfrentar uma oposição que pugna pela destruição, pelo mau combate e por um comportamento fulcrado na alteração da verdade dos fatos, na torpeza de seus atos e na leviana falácia ao enganar os pobres e humildes que se viram  por longos 16 anos sem escola, sem atendimento hospitalar e  sem uma alimentação digna. Por isso, se “tocam até hoje a  vida aos trancos e barrancos” (ESTADÃO); tudo se deve a um partido chefiado por um condenado que tem ainda, a proteção de vários Ministros do STF, fato que envergonha o povo brasileiro, sendo motivo de “chacota” no exterior, como a recente veiculada pelo jornal francês LE MONDE.

Esse comportamento torpe vê-se diariamente e todos no sentido de atacar e alterar o conteúdo dos fatos; nunca revelando os aspectos positivos.  Bolsonaro deve sim ter o controle da sua gestão como um todo; eis que responde como chefe da Nação eleito pelo povo; enquanto a mídia derrotada nas urnas atinge-o covardemente; deixando de enxergar o país como a “casa de todos”. Assim, temos para nós que estará sempre ignorando os interesses sociais onde sobreleva nossa índole. Por isso, orientá-lo faz parte de nosso dever, cabendo ao Estado implantar a melhor política em todos os segmentos.

O aspecto cultural existe e as elites devem ser cobradas e as leis  cumpridas, tudo na busca da superação da vergonhosa e indigna monstruosa desigualdade social  implantada por governos corruptos que alimentavam a miséria e dela usufruiram com o malefício do voto de cabresto. Embora seja  a liberdade de imprensa consagrada em nossa Constituição e o seu exercício pleno um direito constitucional, deve o jornalista investigar e trazer à luz do dia os fatos e as verdades que lhe assegurarão a credibilidade. Contudo, esse papel deve ser apartidário. E isto é o que não temos. E o que é pior: fruto da tendenciosidade tentam manipular de forma leviana os menos instruidos, o que desnatura a chamada “liberdade de expressão”.

Um país que tem parte da chamada grande imprensa que se presta a denegrir a imagem do governo federal e outra travestida de papagaios manipulados pelos “chefões” que vivem sendo adulados; é evidente que não reune credibilidade, não se podendo falar em liberdade de expressão para fins escusos. Cobrar das instituições e apontar os culpados os derrotados nas urnas fazem com maestria, mas olhar para seu próprio umbigo sempre fora um martírio porque autocrítica  é para os demais. Sentem-se os barões da mídia e os donos da verdade; além de ignorarem  que apenas 51% da população os considera confiável. E, se há crise de credibilidade esta vem de muitos anos, onde a qualidade do trabalho fora sendo abandonada porque a “polémica” passara a gerar resultados negativos em detrimento da lealdade para com os cidadãos . Sejam todos mais honestos.  

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