Execução do PAC passou a 32% do previsto para o ano

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) fez um balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) durante a reunião ministerial. Segundo ela, o projeto está “bem melhor” em relação aos dados divulgados em maio. A execução teria passado de 20% para 32% do total previsto para o ano. A afirmação foi feita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministros durante reunião realizada desde o início da manhã de quinta-feira, na Granja do Torto, em Brasília.
Na semana passada, ela havia afirmado que o governo empenhou (dinheiro reservado para uma determinada obra ou compra) R$ 4,4 bilhões, o equivalente a 29,8% dos R$ 14,771 bilhões dos recursos disponibilizados como dotação orçamentária para os investimentos desse programa.
Entre os avanços, a ministra destacou as licenças ambientais para as usinas do rio Madeira, o PAC para o saneamento e o leilão para a concessão de sete trechos rodoviários federais previsto para outubro.

Desoneração, CPMF e reforma tributária

O ministro Guido Mantega (Fazenda) afirmou durante a reunião, que o país vive um novo modelo de crescimento e desenvolvimento econômico. Esse modelo, classificado por ele de “sócio-desenvolvimento”, é baseado em taxas maiores de crescimento e redução da desigualdade. Apesar disso, disse que o Brasil tem três desafios econômicos.
Durante sua exposição, repetiu o discurso das últimas semanas: o Brasil está sólido para enfrentar turbulências internacionais. Afirmou que o crescimento do país está baseado no mercado interno, com expansão do mercado de massa e da renda. Destacou ainda o desempenho do setor industrial e do aumento das importações.
Afirmou ainda que mesmo que ocorra uma desaceleração nos EUA, o impacto na economia mundial não será tão grande para os demais países, já que juntos Índia e China respondem por 20% do PIB mundial, o equivalente a participação dos EUA. Apesar de otimista, destacou três “desafios’”: a reforma tributária, a prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) e a desoneração da folha de pagamentos.
Mantega está também confiante em relação à situação fiscal do país e espera que o Brasil tenha em dois anos um déficit nominal zero, ou seja, as receitas serão suficientes para cobrir todas as despesas, incluindo o pagamento de juros.
“Vamos caminhar para um déficit nominal zero nos próximos dois anos”, afirmou ele durante exposição feita na reunião ministerial, que é realizada na quarta-feira na Granja do Torto.
No acumulado de 12 meses encerrados em julho, o resultado nominal ficou negativo em 2,08% do PIB (Produto Interno Bruto), contra 2,16% em junho. Já o superávit primário (receitas menos despesas, excluindo gastos com juros) subiu de 4,30% do PIB para 4,37% do PIB -acima da meta, que é equivalente a 3,8% do PIB (R$ 95,89 bilhões).
Mantega está confiante em relação à situação fiscal do país e espera que o Brasil tenha em dois anos um déficit nominal zero, ou seja, as receitas serão suficientes para cobrir todas as despesas, incluindo o pagamento de juros. “Vamos caminhar para um déficit nominal zero nos próximos dois anos”, afirmou.
No acumulado de 12 meses encerrados em julho, o resultado nominal ficou negativo em 2,08% do PIB (Produto Interno Bruto), contra 2,16% em junho. Já o superávit primário (receitas menos despesas, excluindo gastos com juros) subiu de 4,30% do PIB para 4,37% do PIB -acima da meta, que é equivalente a 3,8% do PIB (R$ 95,89 bilhões).

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