Estoque da indústria americana sobe 0,4%

O Departamento de Comércio dos Estados Unidos informou esta semana que o nível dos estoques da indústria subiu 0,4% em abril.
O aumento de abril refletiu os ganhos de 0,5% nos estoques dos fabricantes, aumento de 0,4% nos inventários do atacado, e de 0,2% no varejo.
Os inventários totais tinham caído por 13 meses consecutivos, desde setembro 2008.
Em divulgação anterior, o Departamento de Comércio informou queda de 1,2% nas vendas do setor varejista e recuo 1,1% na vendas do varejo que exclui o setor automobilístico (Retail Sales ex-Auto).
Confiança do consumidor auamenta ou diminui, na proporção em que o País reage à crise e supera os entraves econômicos ou acumula perdas, por isso a preocupação dos investidores.
O índice de confiança dos consumidores subiu no mês de maio, de acordo com avaliação Universidade de Michigan, divulgado ontem pela instituição.
O indicador, que mede a expectativa do consumidor, alcançou 75,5, depois de atingir 73,6 no final de maio.
Este é o maior nível em quase dois anos e meio, impulsionada por esperanças de melhores condições de emprego e crédito, apesar dos declínios modestos na taxa de desemprego e pequenos aumentos nas taxas de inflação.
O índice de confiança do consumidor é elaborado por meio de pesquisa conduzida pela Thomson Reuters e pela Universidade de Michigan.
O índice é elaborado com base na situação econômica atual e um prognóstico do futuro.
Apesar da boa notícia com relação à indústria e ao consumo geral, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos também divulgou que as vendas do setor varejista caíram 1,2% em maio, após uma sequência de oito meses consecutivos de crescimento registrados de outubro até abril.
Segundo o órgão, a queda se deve à redução do consumo de uma série de índices, como carros e roupas. Em abril, o aumento das vendas foi de 0,4% e de 0,6% em março.
As vendas do varejo que exclui o setor automobilístico (Retail Sales ex-Auto), cujas vendas são mais voláteis, registrou recuo de 1,1%, no período.
A grande queda preocupa, e coloca em dúvida, a força da recuperação econômica norte-americana.
Os gastos com consumo representam 70% da atividade econômica, e esse recuo pode segurar uma recuperação e dar continuidade ao crescimento no nível de desemprego.

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