Quando tudo voltar ao normal esperamos que a humanidade seja mais honesta como formadora de opinião; mais justa na busca da igualdade social, mais cristã no respeito para com o próximo e mais  convicta de seus deveres dentro do relacionamento entre os povos.

Não há como se vislumbrar um futuro mais homogêneo sem que os povos tenham como filosofia de trabalho o dever de respeitar o ser humano e, concomitantemente, pensar no crescimento  da economia, hoje depauperada e combalida, decorrente de uma pandemia cuja origem ainda não fora bem explicada.

E, o que é pior, o órgão máximo, a OMS, caíra em descrédito por sofrer acusações de vários países. Tivemos alguns que adotaram medidas extremas, enquanto outros dormiram ou agiram de má-fé.

O Brasil, após a decisão do STJ retirando o controle do governo federal, sofre até hoje, face à derrocada de vários governadores que na maioria das vezes adquiriram com os valores recebidos do governo federal produtos superfaturados, praticando atos inescrupulosos que já começam a ser apurados.

Pensaram estes governadores no trabalhador desempregado? Nas empresas que vão à falência toda semana? Acreditar que houvera seriedade na gestão de vários governadores será o mesmo que acreditar em Papai Noel? Porém, o mal pelo mal se destrói.

Votamos em Bolsonaro para ele enfrentar os corruptos, os traidores da Nação, a parte da imprensa comunista acostumada a mamar nas tetas do governo federal hoje desmoralizada e agora a tentativa de domínio de empresas pelo capital oriundo do Partido Comunista Chinês. Para os opositores socialistas basta uma pergunta: “Quando o muro de Berlim caiu, para que lado o povo correra?

Um dia teremos mais respeito para com o dinheiro público; para com as empresas e os investidores; os empregados e os brasileiros que amam esta Nação cuja bandeira é verde e amarela.

Salvar vidas humanas sempre será salvar empresas e empregados, posto que delas provem o sustento das famílias; evitando-se a FOME que já atinge os mais necessitados, que só não se encontram em pior situação ou não se transformaram em marginais porque o governo federal há três meses criara o plano emergencial, onde já pagara para mais de 40 milhões de necessitados o valor de R$ 1.800,00 (Mil e Oitocentos reais) para cada um.

Faltara a quase todos os governadores uma gestão pública mais eficiente com investimentos na área da saúde onde quase nada fizeram nos últimos anos; o que teria evitado a construção de inúmeros hospitais de campanha; bem como outras despesas extras. 

Não podemos esperar que um dia o governo federal tenha o reconhecimento da sociedade pela prática de tais gestos, mas devemos crucificar os manipuladores da opinião alheia que vivem atacando Bolsonaro como sendo o Presidente que nutre “disposição belicosa” como se tentasse arruinar as liberdades constitucionais.

Diante dessa absurda ilação assacada pelos derrotados nas urnas, melhor seria o silêncio dos justos que não enxergam perspectiva sombria, a não ser aqueles ataques diários contra o Presidente, fruto da má-fé, da tendenciosidade e da fraqueza de espírito, própria dos derrotados nas urnas e dos que protegem seus atos.

Bolsonaro nunca fora antidemocrático. Fora honesto em não receber valores do mensalão, da Odebrecht. Temos hoje, mais do que nunca a plena liberdade de expressão e de pensamento; o exercício da cidadania; tanto que parte dos jornalistas “paus mandados” atacam o Presidente a cada minuto, ora difamando-o; ora ilaqueando a boa-fé dos incautos eleitores, que já não mais confiam em vários jornais e emissoras, todos defensores de um socialismo intolerável como ocorre em Cuba, na Venezuela, na China onde o povo ou reza a cartilha do partido comunista ou será morto.

Não se deixem enganar, nem sejam manipulados. A democracia nada tem a ver com o socialismo. Nesses países  as eleições, quando realizadas são fraudadas e seus povos vivem na miséria, sem cultura e famintos. Sejam mais honestos consigo mesmos, é o que o povo espera dos derrotados nas urnas.

*Alfredo Andrade é escritor e advogado, autor do livro Página Virada – Uma leitura crítica sobre o fim da era PT

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