O polo relojoeiro está presente desde a criação do Distrito Industrial Marechal Castelo Branco de Manaus, com a Beta S/A sendo a primeira empresa a ter projeto aprovado na Zona Franca pela Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus). A fabricação de relógios, que já foi um dos carros-chefes do modelo ZFM nos anos 90, voltou a apresentar nos últimos anos excelente desempenho em faturamento e produtividade.
Atualmente, o segmento promove lançamentos frequentes e em grande escala de novos modelos no mercado brasileiro, que ajudam a despertar e manter o interesse e desejo dos consumidores. Também faz exportações para Canadá, Japão, Estados Unidos e países europeus. Com tecnologia de montagem equiparada ao de grandes centros mundiais, a ZFM tem um polo relojoeiro competitivo e que pode também ser ótima opção para investidores. Além do Polo de Duas Rodas e Eletroeletrônicos, atualmente os dois carros-chefes do modelo ZFM.
O polo de Duas Rodas instalado no PIM é o único do país e o maior da América Latina, tanto em quantidade de empresas quanto em volume de produção. Atualmente, o setor possui o mais elevado índice de adensamento de cadeia produtiva da ZFM, com índices recordes de regionalização e nacionalização de insumos. O polo é constituído atualmente por cerca de 70 empresas, entre fabricantes de bens finais e de componentes, partes e peças.
A Yamaha Motor da Amazônia iniciou a produção no Polo Industrial de Manaus em 1985. A empresa fabrica motos que vão desde o padrão scutter, de 50cc e 100 cc, até os modelos custom de 600 cc, totalizando 11 modelos, comercializados principalmente nas regiões Sul e Sudeste do país. A empresa também produz o modelo YBR 125, exportado para países da América Latina. Em 2001 foram exportadas 12 mil unidades. A capacidade de produção é de 100 mil unidades/ano. A Yamaha mantém, ainda, uma linha de produção de motores de popa de 15 e 25 hp de potência. Atualmente existem 200 concessionárias Yamaha em todo o Brasil.
A Moto Honda da Amazônia foi a primeira fábrica da Honda no Brasil, inaugurada em 1976. A fábrica de motocicletas tornou-se o maior empreendimento do Polo Industrial de Manaus. Em sua planta, que ocupa uma área construída de 263.775,878 m², em um terreno de 727.983,211 m², produz também quadriciclos e motores estacionários. Hoje conta com cerca de 10 mil funcionários na planta de Manaus.
A montadora detém cerca de 88% do mercado de duas rodas. Hoje, além da CG 125 Titan, a empresa produz outros dez modelos – C 100 BIZ, CG 125 Cargo, XLR 125, XR 200R, CBX 200 Strada, XR 250 Tornado, CBX 250 Twister, NX4 Falcon, CB 500 e VT 600C Shadow. A Moto Honda investe, permanentemente, na aquisição de equipamentos de última geração e implementação de novos setores. Além disso, como parte de sua filosofia, realiza treinamentos periódicos a seus funcionários, visando à reciclagem de conhecimentos e o aprimoramento profissional.
A Moto Honda inaugurou em 2013 um moderno CDT (Centro de Desenvolvimento e Tecnologia), em convênio com a UEA (Universidade do Estado do Amazonas). A estrutura, que contou com investimento de R$ 20 milhões, possui uma área de 4.200 m² e deve abrigar em torno de 200 funcionários. O CDT é um verdadeiro polo de desenvolvimento multidisciplinar com integração total entre todos os departamentos responsáveis pelas atividades relacionadas ao desenvolvimento de novas tecnologias, processos e produtos Honda.
A Manaus Refrigerante é uma empresa do Grupo Simões, que tem a concessão da marca Coca-Cola na região. A empresa também é fabricante do guaraná Tuchaua e água mineral Belágua. A primeira fábrica de refrigerante do grupo foi inaugurada em 1970 no Polo Industrial de Manaus, onde também possui uma unidade de CO2. O Grupo Simões ainda está presente nos Estados do Pará e Rondônia.
A planta industrial da Manaus Refrigerante no PIM é moderna e foi construída com a mais avançada tecnologia, visando atender a exigente e crescente demanda do mercado, além de oferecer condições de trabalho aos seus colaboradores. No início de 2002 o grupo investiu R$ 4 milhões em sua linha de latas. O sistema tem capacidade de envasar 37,8 mil latas por hora ou 787,5 mil caixas com 24 latas por mês. A linha de latas foi comprada da empresa alemã KHS, considerada no mercado internacional como uma das maiores e mais respeitadas do ramo de equipamentos para indústrias de bebidas.

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