Empresários projetam alta para construção de centros logísticos

“Essa crise não afetará os negócios na área de construção de centros logísticos. O mercado de imóveis industriais no Brasil está bastante aquecido e a demanda continua elevada. As empresas estão em fase de investimento para aumento da capacidade de produção”, afirmou Guilherme Rossi, presidente da GR Properties, incorporadora e administradora de condomínios fechados e galpões industriais e centros comerciais.
O modelo de negócios da GR consiste na prospecção e compra do terreno, desenvolvimento do produto e aprovações, contratação e acompanhamento da construção e locação dos imóveis.
A GR Properties tem projetos para a construção de oito condomínios de galpões modulares, num raio de cem quilômetros da capital paulista, em rodovias como Dutra, Castelo Branco e Anhangüera, e em cidades como Jundiaí, Campinas, São José dos Campos e Sorocaba, de olho na área de influência do Rodoanel, e na restrição de circulação de caminhões no centro da cidade. Esses projetos totalizarão R$ 350 milhões em investimentos nos próximos dois anos.
“Estamos em fase de captação de recursos com investidores nacionais e internacionais”, conta Rossi, que começou sua vida profissional na incorporadora da família, a Rossi. Segundo ele, com a crise, o tempo para se obter o montante necessário pode ser maior por ter de negociar com mais pessoas. Mas o que anima é que tem muito dinheiro no país para se gastar.
Os módulos dos condomínios de galpões terão de 1000m a 1500m de área destinados à armazenagem, distribuição e manufatura leve. Esses espaços contarão com escritório no mezanino, segurança 24 horas e infra-estrutura moderna, com pé direito de 12 metros, o que permite armazenar mais mercadorias (os galpões antigos têm pé direito de 8 metros), piso de alta resistência (cerca de cinco toneladas por metro quadrado), telhado de qualidade e tratamento termo-acústico.
O aluguel varia de R$ 12 a R$ 18 o metro quadrado e para um condomínio desse tipo ser rentável deve ter cerca de 25 galpões, e o retorno do investimento demora cerca de cinco anos.
Segundo Rossi, os projetos foram elaborados a partir de pesquisas detalhadas e serão implantados em locais estratégicos, de fácil acesso e visibilidade (instalações que podem ser identificadas de longe). “Elaboramos estudos meticulosos de mercado e desenvolvemos projetos que atenderão as principais necessidades do empresário que procura conforto, versatilidade e economia em suas instalações. Esses condomínios não servirão apenas para centros logísticos, mas também para ­manufaturas leves, armazenagem de documentos e até centros de call center.”
Para 2009, os planos de expansão da GR Properties incluem a construção de centros logísticos em outros estados do país, prinscipalmente no Nordeste e Centro-Oeste.

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