Empresários do R$ 1,99 avaliam novo ­mercado

A 15ª Edição da Feira 1,99 Brasil, que marca o sétimo ano de lançamento do evento, vem com uma grande novidade: o 1º Seminário de Desenvolvimento Empreendedor. O evento teve início ontem e acontece até a próxima quinta-feira, 25, no Pavilhão Vermelho do ExpoCenter Norte, em São Paulo.

O seminário já tem confirmado o apoio e participação do Sebrae em São Paulo, com as palestras ‘Aumentando suas Vendas com Criatividade’, com o consultor de marketing Wlamir Bello, no dia 24; e Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, com o consultor jurídico João Carlos Loureiro Gomes, no dia 25. A instituição também estará presente com um estande fornecendo informações sobre produtos e serviços dirigidos aos donos de pequenos negócios.
Com a organização do seminário, a Feira 1,99 Brasil consolida mais uma etapa de fomento voltado exclusivamente para a cadeia formada pelas mais de 25 mil lojas de varejo de preço único existentes em todo o país.

A idéia de criar o seminário partiu de inúmeras consultas dos lojistas, via portal www.feira199brasil.com.br, sobre como empreender em uma loja de R$ 1,99. As perguntas vão desde as premissas para viabilizar um ­negócio até sobre como fazer as melhores compras para dar movimento aos negócios já instalados.

“Quando lançamos a feira, há exatos sete anos, ainda não enxergávamos as conseqüências que um empreendimento desses poderia desencadear, mesmo sabendo que tínhamos um enorme campo de trabalho pela frente”, lembrou Eduardo Todres, empresário do setor e diretor da feira.

Para Todres, o que se evidenciou nesse período, foi a busca de muitos empreendedores por um segmento de negócios que não demandasse grande investimento inicial e que tivesse um público-alvo farto e de fácil identificação.
“Acabamos por dar formato a um novo segmento da economia, mas com a cara e as características brasileiras. Agora estou feliz por poder, com o apoio e a participação valiosa do Sebrae/SP, ampliar a nossa contribuição para o fomento na formação e qualificação de novos e antigos empresários do 1,99”.

Esse segmento de varejo, as lojas de R$ 1,99, foi um fenômeno que surgiu na esteira do Plano Real. As transformações promovidas no consumo e especialmente entre a população de menor poder aquisitivo, mudaram hábitos e trouxeram mais poder de compra a consumidores, por vezes, excluídos de determinados mercados.

Na ocasião, os produtos importados, viáveis pela paridade do dólar e do real, ofereciam inúmeros itens de consumo rápido e a um custo jamais visto antes. Com a desvalorização da moeda nacional, a indústria brasileira percebeu o peso do nicho de mercado popular e passou a produzir em escala, para atender esta faixa de consumo.

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