Emprersários acusados de fraudar licitação não conseguem liberdade

Três empresários acusados de integrar a organização cri­minosa denominada G8 não conseguiram liberdade. O pedido de habeas corpus foi negado pelo ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal. Eles são acusados de fraudar licitações pú­blicas e permanecem presos na Superintendência da Polícia Federal, no Distrito Federal.

De acordo com o processo, em novembro deste ano o STJ decretou a prisão temporária dos acusados para assegurar maior liberdade na apuração dos fatos. O tribunal afirmou que a prisão é necessária para a garantia da ordem pública e econômica, já que os investigados obtiveram recebimentos brutos na ordem de R$ 1,4 bilhão em menos de dez anos.

Na ocasião, a defesa alegou que os investigados não pertencem mais a qualquer quadro societário de empresas que tenham por objeto social a prestação de serviços desde dezembro de 2006. A defesa ressaltou, ainda, que não existem razões para a prisão dos impetrantes, pois “os mesmos não têm antecedentes criminais, estão perfeitamente inseridos no meio social, além de terem residência fixa”.

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