Embrapa discute planos de trabalho e ações até 2010

A caminho da internacionalização, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) tem novos desafios frente a um mercado globalizado, competitivo. Entre eles está o de estabilizar e fortalecer o Escritório da Embrapa na África (Acra-Gana).
Com menos de um ano de instalação, aquela unidade da empresa –que tem como finalidade básica a transferência de tecnologia e o apoio humanitário ao povo africano, em sintonia com a política externa do governo federal– é responsável por pelo menos 50% dos recursos da ABC/MRE (Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores). Além disso, dos 24 projetos em negociação na ARI (Área de Relações Internacionais), 11 deles são direcionados àquele continente.

Por este e outros bons motivos que a chefia da ARI começa a discutir as ações e um plano de trabalho para a África, com extensão até 2010. As novidades nesse sentido e a necessidade de projetos estruturantes para o escritório sediado em Acra foram abordados ontem, pelo chefe da ARI, Elísio Contini, no segundo dia da reunião geral de chefes, que se encerra amanhã.
Segundo Contini, está na hora de as unidades descentralizadas, junto com a ARI e a Embrapa Transferência de Tecnologia (SNT) construírem redes que darão sustentação às ações na África. “Essa é uma das estratégias de atuação do escritório, além do apoio da ABC e da busca por cooperação com países desenvolvidos para uma atuação tripartite”, observou.

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