E o futuro? O que te espera? – I

Tempos de Incertezas! Instabilidade Política! De tanto a sociedade assistir impotente, desmandos sobre o governo constituído democraticamente pelo voto do povo, provocado por outros Poderes que não deixam o presidente governar, chega-se a maior manifestação popular desses últimos tempos no Brasil, nesse 7 de setembro – data da Independência! Como fosse a gota d’água de insatisfação, de saturação popular em favor do governo acuado! Que os Profetas da Democracia pautem suas decisões com respeito a Constituição Federal/1988 e aos cidadãos brasileiros livres (livre direito à expressão, direito de ir e vir, direito à manifestação pública e privada, direito à liberdade religiosa, direito à associação, direito à liberdade filosófica ideológica, direito à cidadania). Por tantas incertezas que afetam a vida da sociedade, COVID-19, a Economia em grave situação estrutural e conjuntural, traz insegurança quanto ao futuro que nos reserva.

A pandemia do COVID-19 acarretou efeitos devastadores, no sistema de saúde mundial, nos sistemas econômicos, no comércio exterior, nos estoques de matérias-primas, na logística e nos transportes (todos os modais, aéreo, marítimo e rodoviário) e nos empregos. A imprevisibilidade dos mercados torna a visão e o planejamento do futuro, o maior desafio para o mundo. Essa pandemia afetou a vida de todas as pessoas nas sociedades do mundo, não simplesmente da alteração da rotina nesses dias de isolamento, mas nos ciclos de vida da pessoa humana. Mas como? Que cenários prováveis já começam a emergir e devem se impor para o mundo pós pandemia? O  mundo antes da pandemia do COVID-19 não existe mais. A vida já mudou muito e nos próximos anos mudará mais, e alguém que tenta se manter no mesmo ciclo de vida antes dessa pandemia, pode ser alguém que ainda não entendeu essa outra realidade. Como bem lembram os economistas pesquisadores do CEA – Clube de Economia da Amazônia, há futuristas internacionais que dizem que o COVID-19 funcionou como um acelerador de futuros.

Em entrevista recente, a Professora Lilia Schwarcz, da Universidade de São Paulo e de Princeton, nos EUA, disse “[O historiador britânico Eric] Hobsbawm disse que o longo século 19 só terminou depois da Primeira Guerra Mundial[1914-1918]. Nós usamos o marcador de tempo: virou o século, tudo mudou. Mas não funciona assim, a experiência humana é que constrói o tempo. Ele tem razão, o longo século 19 terminou com a Primeira Guerra, com mortes, com a experiência do luto, mas também o que significou sobre a capacidade destrutiva. Acho que essa nossa pandemia marca o final do século 20, que foi o século da tecnologia. Nós tivemos um grande desenvolvimento tecnológico, mas agora a pandemia mostra esses limites. Parar o fim do século 20 faltava um símbolo, e esse símbolo é a pandemia do COVID-19”. 

Para o pessoal do CEA, essa pandemia antecipou mudanças que já estavam em curso; como o trabalho remoto, a educação à distância, a busca por uma economia sustentável, empresa com maior responsabilidade social e ambiental. Assim como outras mudanças, se tornaram mais reais, no curso desse crise sanitária e econômica, tais como; os valores da solidariedade humana, severas críticas ao consumismo exagerado e a busca do lucro empresarial a qualquer custo, mais respeito e responsabilidade com o meio ambiente. Na realidade, o progresso foi expressivo, mas se precisa atacar as causas dos grandes problemas que afetam a sociedade em sua busca de um futuro melhor. Assim, pesquisadores da área tratam que, no momento, o homem não pode dar-se ao luxo de deixar passar muito tempo. De acordo com a pesquisadora, Professora Ruth Patrick, da Academia de Ciências Naturais de Filadélfia, Pensilvânia, nos EUA, ao refletir sobre o que chamou de “aniquilação potencial da biodiversidade”, concluiu que “tempo é vital …

É extremamente necessária ação decisiva e urgente.” Para reverter a tendência à extinção, é preciso haver uma reestruturação urgente na maneira em que o homem trata o planeta e as coisas vivas nele. Não basta controlar os danos (destruição das florestas, queimadas, fenômenos climáticos, emissão de mais carbono, poluição e desperdício das águas). “Os problemas de conservar a diversidade biológica, portanto, não podem ser separados de questões maiores, como as do desenvolvimento  econômico ambiental e social. 

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