E-commerce aumenta as vendas e evita fraudes com Biometria Facial

Hoje, o difícil mesmo é saber quem está na frente do computador, tablet ou smartphone realizando compras

Atualmente, está cada vez mais comum encontrar pessoas que já tiveram a sua primeira experiência de compra pela internet. Mesmo as gerações que não tem tanto contato com a tecnologia, que muitas vezes subestimamos a conectividade, estão sendo conquistadas pelo mundo digital e os números provam isso.
A idade média do consumidor brasileiro do e-commerce é de 43 anos, segundo dados da Ebit informação. Este perfil fica dentro da maior faixa de compradores, cerca de 38% do mercado, representado por pessoas entre 35 e 49 anos de idade. Jovens com até 24 anos representaram apenas 8% do share de consumidores de e-commerce, já a faixa entre 25 e 34 anos representam 23% do share e os clientes acima de 50 anos são com uma de 31% do mercado.

Definir o perfil deste consumidor não é tão complicado como parece. Hoje, o difícil mesmo é saber quem está na frente do computador, tablet ou smartphone realizando compras. Com o crescimento exponencial de novos consumidores virtuais, crescem também as tentativas de fraudes nesse mercado.

Em 2015, as empresas de e-commerce contabilizaram fraudes de 4,3% nas compras online, segundo dados do Mapa da Fraude no Brasil. Em 2016, o número caiu para 3%. O que parece ser um resultado positivo é na verdade o fruto de investimentos por parte das empresas em mais pessoas e tecnologia para inibir as fraudes, pensando no caixa de muitas das empresas. Além disso, o arsenal antifraude pode cometer equívocos barrando também crédito para clientes que são bons pagadores.

Com isso, 95% das transações consideradas de alto risco, poderiam ser legítimas mas acabam sendo barradas. Desses, 32% dos bons clientes que são recusados por falso positivo, acabam não voltando a comprar no mesmo comerciante por ter tido uma experiência ruim.

Por esses motivos, fica evidente que o desafio não está só em evitar a fraude, mas em fazer o possível para permitir comprar quem não é uma fraude. Para resolver o problema de autenticação das pessoas a Acesso Digital criou um sistema de reconhecimento por Biometria Facial, o AcessoBio. Com a maior base privada de faces no país, a Acesso Digital vem trabalhando para solucionar esse problema nas lojas de varejo bancos, fintechs e no comércio virtual.

Aumentar as vendas, evitar as fraudes e melhorar a experiência dos consumidores com tecnologia, são os objetivos da Acesso Digital nesse mercado. A empresa tem hoje a maior base privada de faces do país, compartilhando a solução de biometria facial com todo o mercado.

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