Dona da 99 prevê um milhão de robotaxis até 2030

Controladora da brasileira 99, a gigante chinesa Didi Chuxing afirmou nesta terça-feira (23) que pretende operar mais de 1 milhão de carros autônomos por meio de sua plataforma até 2030. A afirmação foi feita por Meng Xing, diretor de operações da divisão de direção autônoma da empresa, em uma conferência online realizada pela jornal South China Morning Post.

Segundo o executivo, a Didi está desenvolvendo tecnologias de direção autônoma e planeja implantar os robotaxis, inicialmente, em áreas onde há escassez de veículos e sistemas de transporte público. No mês passado, a empresa concluiu uma rodada de captação de recursos de mais de US$ 500 milhões para a sua divisão autônoma, liderada pelo Vision Fund 2, o braço de investimentos em empresas de tecnologia do SoftBank Group.

No ano passado, a Didi já havia afirmado que começaria a usar veículos autônomos para transportar passageiros em Pequim, Xangai e Shenzhen já em 2020. Além disso, ela planeja expandir esse sistema para outros países em 2021.

As montadoras e empresas de tecnologia na China estão investindo bilhões de dólares no setor de direção autônoma. O objetivo é competir com empresas como Tesla, Alphabet. (controladora do Google) Waymo e Uber. Enquanto alguns especialistas do setor já afirmaram que ainda levará um certo tempo para que o público confie plenamente em veículos autônomos, Meng vai na contramão das previsões. Ele disse que a Didi está desenvolvendo carros autônomos com o grupo chinês BAIC e que o processo já está em fase adiantada. Com isso, ele espera que automóveis do gênero estejam em produção em massa até 2025.

Google compra startup de óculos inteligentes

Após um fim de semana de boatos, o Google confirmou na última terça-feira (30) que é o novo proprietário da North. A startup canadense ficou conhecida por seus óculos de realidade aumentada Focals, que mais parecem óculos comuns. Além disso, a companhia também ficou famosa por ter ganhado aporte de cerca de US$ 200 milhões de empresas como Intel e Amazon.

O Google não divulgou os termos do acordo, no entanto, a empresa disse que a equipe da North se juntará ao escritório no Canadá. “A experiência técnica da North ajudará à medida que continuarmos investindo em nossos esforços de hardware e no futuro da computação ambiental”, afirmou o Google.

Segundo o The Globe and Mail, a gigante de buscas pagou aproximadamente US$ 180 milhões para comprar a startup. A North vendeu poucos de seus óculos inteligentes e, segundo o jornal, a canadense estava ficando sem dinheiro antes do acordo. O dispositivo era bastante caro e não atraiu tantos consumidores.

O Google se interessou pelo Focals pelo dispositivo ser discreto, além de ter uma variedade de soluções inteligentes para problemas que surgiram com os wearables anteriores, como o próprio Google Glass. Por exemplo: os óculos da startup vêm com um anel que permite a navegação pelos menus do sistema.

Ainda sabemos pouco sobre como se dará a união das tecnologias, mas vale lembrar que em abril deste ano, o co-fundador da North, Stephen Lake, deu a entender que companhia estava trabalhando em um modelo de segunda geração.

iPhone vai virar desktop com macOS

Usar os componentes do celular para trabalhar em um monitor como se estivesse no PC não é um conceito novo, mas ainda atrai o interesse dos fabricantes. Tanto é que um novo rumor indica que a Apple estaria trabalhando em um recurso do tipo para o iPhone.

O que pareceria absurdo há poucos meses se tornou uma possibilidade com a migração da linha Mac para os processadores próprios da Apple, no lugar dos chips Intel usados desde 2006 Com isso, toda a família de produtos da empresa usará CPUs com a arquitetura ARM.

O boato sobre a possível nova função do iPhone foi publicado pelo perfil do informante Mauri QHD, no Twitter, indicando que a Apple prepara um recurso semelhante ao Samsung DeX ou o Razer Linda. Ambos permitem usar o celular como computador, ligando o smartphone a um monitor ou à carcaça de notebook.

Antes deles, a Motorola testou o recurso com seu topo de linha ATRIX, em 2011. Equipado com Android 2.3, o smartphone podia ser acoplado a uma doca para uso com teclado e monitor, ou então a um “lapdock” para funcionar como notebook. O uso dos acessórios transformava o Atrix em um PC com sistema Ubuntu Linux e acesso aos arquivos e apps do celular.

Mauri QHD já tinha publicado no começo do mês, antes do anúncio da transição de CPUs da Apple, que a empresa trabalhava em protótipos do iPad que rodavam tanto o iPadOS quanto o macOS.

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