Dólar sobe 0,83% e fecha negociado a R$ 2,294

O dólar comercial foi negociado por R$ 2,294 nas últimas operações de hoje, o que significa um alta de 0,83% sobre a cotação de ontem. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 2,430, em baixa de 0,40%

O dólar comercial foi negociado por R$ 2,294 nas últimas operações de hoje, o que significa um alta de 0,83% sobre a cotação de ontem. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado por R$ 2,430, em baixa de 0,40%.
A preocupação com o estado da economia global deu o tom dos negócios de hoje, superando de longe qualquer otimismo com a aprovação do pacote anticrise bilionário no Congresso americano. O real se manteve desvalorizado contra o dólar na maior parte do dia, após um breve período de oscilação.
Profissionais de mercado destacam ainda a tradicional disputa entre “comprados” e “vendidos” como um dos fatores que contribuíram para pressionar o dólar. Agentes financeiros posicionados no contrato futuro costumam influenciar a formação de preços no mercado à vista conforme ganhem com a alta ou a baixa das cotações. Essa movimentação aumenta com a proximidade do final de mês, já que a Ptax (taxa média de câmbio calculada pelo BC) do último dia útil serve de referência para a liquidação financeira dos contratos futuros. O Banco Central realizou um leilão de venda de dólares com recompra, repassando US$ 675 milhões para o mercado. A taxa de venda foi de R$ 2,2670 enquanto a taxa de recompra (programada para junho) foi de R$ 2,3386. Mais tarde, às 15h33, o Bacen vendeu dólares (com queima de reservas), aceitando ofertas por R$ 2,2910 (taxa de corte).
Entre as principais notícias do dia, a FGV (Fundação Getulio Vargas) revelou que o IGP-M apontou deflação de 0,44% em janeiro, ainda mais acentuada do que o esperado por boa parte dos analistas do setor financeiro (deflação de 0,40%).
O mercado futuro de juros, que serve de referência para as tesourarias dos bancos, voltou a revisar para mais os juros projetados para 2010 e 2011.
A ata do Copom, do Banco Central, mostrou que o BC já prevê que a inflação possa ficar abaixo da meta de 4,5% neste ano e em 2010. Para a instituição, a probabilidade de que pressões inflacionárias “inicialmente localizadas” apresentem riscos para a inflação futura diminuiu.

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