14 de abril de 2021

Dólar registra queda de 0,91% e fecha cotado para venda a R$ 2,177

As corretoras de câmbio trocaram o dólar comercial por R$ 2,177 nos minutos finais do expediente

As corretoras de câmbio trocaram o dólar comercial por R$ 2,177 nos minutos finais do expediente. O valor representa uma queda de 0,91% sobre a cotação registrada ontem. Trata-se do quinto dia em que a cotação final da moeda americana encerra o dia abaixo do patamar de R$ 2,20. Na praça paulista, o dólar turismo foi vendido por R$ 2,310, em declínio de 0,43%.
O volume de negócios no mercado de câmbio tem se mantido baixo nas últimas semanas, com poucas operações tanto pela ponta de importadores quanto exportadores. E o fluxo de recursos mais positivo na jornada ajudou a derrubar os preços da moeda americana, que variaram entre R$ 2,192 e R$ 2,170.
Profissionais de mercado, por enquanto, notam que cessou boa parte da pressão de agentes financeiros, que atuavam no mercado futuro de dólar e mantinham aplicações em que ganhavam com a desvalorização do real. A procura por “hedge” (proteção financeira) também continua fraca, o que ajuda a manter a tendência de baixa dos preços da moeda americana. “Se nós continuarmos a ver essa melhora do mercado, é possível que o dólar chegue a R$ 2,10 talvez ainda nas próximas semanas”, comenta João Carlos Reis, diretor da tesouraria da corretora Prime.
O Banco Central voltou a realizar leilões de venda de moeda com recompra programada. Nos três leilões previstos para hoje, a autoridade monetária somente aceitou uma proposta, no montante de US$ 750 milhões, com liquidação para julho deste ano: a taxa de venda foi de R$ 2,1750 e a de compra, R$ 2,2114.

Juros futuros

O mercado futuro de juros, que referencia as tesourarias dos bancos, elevou as taxas projetadas nos contratos de maior prazo. O IBGE revelou na quinta-feira que as vendas do comércio varejista cresceram em fevereiro (1,5%) acima do esperado por economistas do setor financeiro (1%), reforçando a percepção de que o país pode sair da crise global em melhores condições do que o restante das economias.

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