Dólar fecha em alta de 0,83% e Bovespa recua

A cotação do dólar ante o real fechou com alta ontem, influenciada pelo mau humor dos mercados mundiais -em especial o dos Estados Unidos.
O dólar comercial terminou o dia com avanço de 0,83%, vendido a R$ 1,686. Durante o dia, oscilou entre R$ 1,666 e R$ 1,691.
Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo recuou 0,55%, vendido a R$ 1,78.
Já a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) também sente os efeitos do mau humor do mercado americano.
O Ibovespa -principal indicador da Bolsa paulista- recua 2,05%, para 63.169 pontos.
O mercado doméstico não resiste à derrocada global das Bolsas de Valores. Na segunda-feira, o presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA), Ben Bernanke, voltou a alertar para os problemas com a crise dos créditos imobiliários de alto risco (“subprime”) e pediu medidas mais enérgicas das instituições financeiras para poupar os mutuários.
“Reduzir a taxa de execução de hipotecas promoveria estabilidade econômica para as famílias e para a nação como um todo”, disse ele, em discurso para representantes do setor bancário.
O mercado doméstico ainda teve que amargar más notícias internas. A mais importante foi o resultado anual da Petrobras, divulgado ontem, que veio abaixo das expectativas.
Os investidores também estão à espera de importantes indicadores amanhã. No âmbito externo há a reunião dos membros da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), que pode reduzir a produção da commodity -uma decisão que pode fazer o preço, já em níveis recordes, subir ainda mais.
Já no front interno há a reunião do Comitê de Política Econômica do BC, que decide a nova taxa de juros do país -atualmente em 11,25%.

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