Dólar fecha a R$ 1,77, com incertezas da economia americana

O dólar comercial foi negociado a R$ 1,770 para venda, em alta de 0,45%, nos últimos negócios de ontem. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado para venda a R$ 1,890 (venda), com avanço de 1,06%.

A piora dos mercados acionários pressionou a cotação da moeda americana, que foi mantida em alta durante todo o dia. Às 15h, o Banco Central contribuiu para puxar os preços e realizou seu habitual leilão de compra de moeda e adquiriu divisas a R$ 1,7735 (taxa de corte). As reservas iexternas já atingiram US$ 182,584 bilhões, até o dia 8.

As incertezas sobre a economia americana ainda continuam a preocupar investidores e analistas. Ontem, o banco de investimentos Goldman Sachs reforçou o coro dos analistas que já falam em recessão. Em relatório distribuído ontem, a equipe de economistas da instituição avalia que “os dados recentes suge-rem que a economia dos Estados Unidos está caindo em uma recessão.

Prevemos que a atividade econômica vai se contrair modestamente em 2008 e que haverá uma recuperação gradual durante o ano de 2009”. O mercado futuro de juros, que baliza as tesourarias dos bancos, ajustou para cima as taxas projetadas para os anos de 2008, 2009 e 2010. Entre os contratos mais negociados, a taxa projetada para abril de 2008 avançou de 11,20% ao ano para 11,22%; no contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada subiu de 12,02% para 12,06%; no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada pelo relatório passou de 12,68% para 12,73%.

Entre as principais notícias do dia, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) informou que o custo de vida no município de São Paulo acumulou uma alta em torno de 4,8% em 2007, a maior desde 2004.

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