Dólar fecha a R$ 1,62, em seu menor preço desde janeiro de 99

A confirmação do Brasil como país grau de investimento ainda teve efeitos sobre o mercado de câmbio na sexta-feira. A taxa de câmbio, que quinta-feira caiu 1,08%, cedeu mais 0,61%, descendo para R$ 1,628 (valor de venda), o menor preço desde 20 de janeiro de 1999.
Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,730 (venda), em declínio de 1,70%. A taxa de risco-país atinge 181 pontos, número 5,23% inferior à pontuação final de ontem.
A Fitch Ratings elevou a nota de risco de crédito do Brasil de “BB+” para “BBB-”, seguindo a iniciativa da agência Standard & Poor’s, que no final de abril foi a primeira a elevar o país a essa classificação.
“Na sexta-feira, não teve outro motivo que não o anúncio da Fitch: todo mundo sabe que vai entrar mais dólares no país. Agora, não vai ser de uma hora para outra. Esse dinheiro vai entrar em ritmo moderado”, comenta Luiz Carlos Baldan, diretor da corretora Fourtrade. “E hoje é final de mês, dia de ‘vencimento de Ptax’, quando tem aquela velha disputa entre comprados e vendidos. E nós soubemos que muitas tesourarias de banco venderam”, acrescenta.
Tipicamente, no último dia do mês, ocorre uma “disputa” entre agentes financeiros para influenciar a formação da Ptax, a taxa média de câmbio, que serve para a liquidação dos contratos futuros de dólar na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros). Os chamados “vendidos” ganham quando o dólar cai, e os “comprados”, quando a taxa sobe.
Na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros), o mercado futuro de juros revisou para baixo as taxas projetadas para 2009, 2010 e 2011.

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