Dólar devolve excessos e fecha a R$ 1,82 em alta

O dólar comercial foi negociado a R$ 1,825 para venda, um avanço de 0,82%, nos últimos negócios de ontem. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,940 (venda), sem variação sobre a taxa de ontem.
O mercado devolveu ontem um pouco dos “exageros” da jornada anterior, quando a moeda americana chegou a ser cotada a R$ 1,80. Para alguns corretores, esse é o valor que pode detonar uma nova intervenção do Banco Central nos negócios da moeda.

Uma parcela dos profissionais de corretoras, no entanto, acredita que o BC pode ficar de fora e alterar sua estratégia de atuação no câmbio, chamando a atenção para o nível considerado já suficiente de reservas (US$ 162 bilhões).
A autoridade monetária interrompeu a rotina de leilões diários de compra no dia 14 de agosto. Durante o período em que esses leilões foram realizados, muitos tacharam essas intervenções como ineficazes para deter a tendência predominante de queda das taxas de câmbio.

O mercado futuro de juros, que referencia as tesourarias dos bancos, apontou taxas mais altas. A exceção ficou por conta do contrato de janeiro de 2008, em que taxa projetada cedeu de 11,02% para 11,01%. No contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada subiu de 11,20% para 11,21%. E no contrato de janeiro de 2010, a taxa projetada avançou de 11,22% para 11,23%.

A FGV (Fundação Ge-túlio Vargas) informou que houve desaceleração na alta dos preços em quatro das sete capitais do país pesquisadas, no período de quatro semanas encerrado no dia 30 de setembro. O IPC-S teve variação de 0,23%, número 0,02 ponto percentual abaixo da apuração anterior.

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) encerrou o pregão de ontem em território negativo, acompanhando o movimento global de realização de lucros, quando investidores vendem papéis que valorizaram com força no curto prazo. Nos últimos negócios, a Bolsa desacelerou o ritmo de perdas, com investidores vendendo ações da Companhia Vale do Rio Doce e adquirindo Petrobras.

O Ibovespa, indicador que segue as ações mais negociadas, fechou o pregão em baixa de 0,52%, aos 62.017 pontos. O volume financeiro foi de R$ 6,54 bilhões, um giro de negócios acima da média. A ação preferencial da Vale, hoje o principal carro-chefe da Bovespa, desvalorizou 1,52%, cotada a R$ 54,75. Os negócios com esse papel atingiram o montante de R$ 1,191 bilhão.

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