Dólar comercial mantém tendência de queda e fecha cotado a R$ 1,727

O mercado de câmbio derrubou pela terceira sessão consecutiva a cotação da moeda americana, trazendo a taxa para seu menor nível desde 5 de setembro de 2008

O mercado de câmbio derrubou pela terceira sessão consecutiva a cotação da moeda americana, trazendo a taxa para seu menor nível desde 5 de setembro de 2008. Nas últimas operações registradas ontem, o dólar comercial foi vendido por R$ 1,727 em seu menor valor registrado ontem, em um declínio de 0,57%. No “pico” do dia, a moeda chegou a ser cotada por R$ 1,740. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi negociado por R$ 1,840, em um decréscimo de 0,54%.
O Banco Central entrou no mercado de câmbio excepcionalmente após as 16h (hora de Brasília), realizando seu habitual leilão de compra. A autoridade monetária aceitou ofertas por R$ 1,7270 (taxa de corte).
A perspectiva de que o país receba um fluxo constante de recursos tem “garantido” uma tendência permanente de baixa para o câmbio. Profissionais de corretoras destacam a frequência dos lançamentos de ações no mercado brasileiro, operações que usualmente contam com franca participação de estrangeiros.
Entre as principais notícias do dia, o boletim Focus mostrou que a maioria dos economistas do setor financeiro já projeta uma taxa de câmbio mais baixa para o final deste ano: de R$ 1,80 para R$ 1,76. Para 2010, a projeção foi mantida em R$ 1,80. Os economistas elevaram suas estimativas para o crescimento do país e a taxa Selic. A previsão para o aumento do PIB deste ano passou de 0,01% para 0,10%; para 2010, a estimativa é de que a economia do país cresça 4,80%, em vez dos 4,50% da projeção anterior. No caso da selic, as estimativas para dezembro de 2010 foram elevadas de 9,75% para 10,25%.
O Ministério do Desenvolvimento informou que a balança comercial teve superavit de US$ 361 milhões na segunda semana de outubro. A média diária de US$ 72.2 milhões, acima da registrada durante todo o mês de setembro, que foi de US$ 63.3 milhões.

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