Documento para apoiar unificação de eleições

A mobilização em prol da unificação das eleições no País como forma de reduzir custos aos governos ganhou apoio de deputados estaduais do Amazonas, hoje (12), na Aleam (Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas). A proposta é realizar um abaixo-assinado para coletar assinaturas da população do Estado dando força ao movimento da Unale (União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais), que representa cerca de 1.000 deputados estaduais.
De acordo com o deputado estadual Francisco Souza (PSC), coordenador da mobilização no Amazonas e membro da comissão da Unale para a unificação das eleições, toda a ação busca pressionar o Congresso Nacional para colocar em votação os projetos de leis que tratam sobre o tema. “O Brasil não aguenta mais eleição de dois em dois anos. Isso é transtorno para a população, para os órgãos públicos e para o poder legislativo, que a cada ano sofre com os efeitos das eleições”.
A proposta da Unale, explicou Francisco Souza, é que o País tenha um calendário único para a eleição do presidente, senadores, governadores, deputados estaduais e federais, prefeitos e vereadores na mesma eleição. “Como isso será feito, será uma decisão do próprio Congresso, o entendimento da Unale é que agora precisamos nos mobilizar para destravar os projetos de lei que estão em tramitação e tratam sobre o tema”, disse.
Além da paralisia do Legislativo no período eleitoral, o deputado explica que a comissão da Unale defende que um pleito a cada dois anos gera um alto custo e prejuízos para algumas áreas. “Somente em 2012 foram gastos mais de R$ 1 bilhão em processos eleitorais em todo País. Aqui no Amazonas, foram gastos cerca de R$ 7 milhões”, disse Souza.
Atualmente, as eleições acontecem de dois em dois anos, alternando a escolha dos representantes do Legislativo e do Executivo municipais com a dos ocupantes dos cargos nos níveis Estadual e Federal.
De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o custo de operação das eleições do ano passado foi de R$ 395 milhões. Além disso, segundo levantamento realizado pelo site Contas Abertas, o valor referente à renúncia fiscal das emissoras de TV e rádio para a transmissão da propaganda eleitoral gratuita chega a R$ 606 milhões.
(Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas). A proposta é realizar um abaixo-assinado para coletar assinaturas da população do Estado dando força ao movimento da Unale (União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais), que representa cerca de 1.000 deputados estaduais.
De acordo com o deputado estadual Francisco Souza (PSC), coordenador da mobilização no Amazonas e membro da comissão da Unale para a unificação das eleições, toda a ação busca pressionar o Congresso Nacional para colocar em votação os projetos de leis que tratam sobre o tema. “O Brasil não aguenta mais eleição de dois em dois anos. Isso é transtorno para a população, para os órgãos públicos e para o poder legislativo, que a cada ano sofre com os efeitos das eleições”.
A proposta da Unale, explicou Francisco Souza, é que o País tenha um calendário único para a eleição do presidente, senadores, governadores, deputados estaduais e federais, prefeitos e vereadores na mesma eleição. “Como isso será feito, será uma decisão do próprio Congresso, o entendimento da Unale é que agora precisamos nos mobilizar para destravar os projetos de lei que estão em tramitação e tratam sobre o tema”, disse.
Além da paralisia do Legislativo no período eleitoral, o deputado explica que a comissão da Unale defende que um pleito a cada dois anos gera um alto custo e prejuízos para algumas áreas. “Somente em 2012 foram gastos mais de R$ 1 bilhão em processos eleitorais em todo País. Aqui no Amazonas, foram gastos cerca de R$ 7 milhões”, disse Souza.
Atualmente, as eleições acontecem de dois em dois anos, alternando a escolha dos representantes do Legislativo e do Executivo municipais com a dos ocupantes dos cargos nos níveis Estadual e Federal.
De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o custo de operação das eleições do ano passado foi de R$ 395 milhões. Além disso, segundo levantamento realizado pelo site Contas Abertas, o valor referente à renúncia fiscal das emissoras de TV e rádio para a transmissão da propaganda eleitoral gratuita chega a R$ 606 milhões.

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