Divisa norte-americana fecha a R$ 1,967, com queda de 1,74%

O dólar comercial foi negociado a R$ 1,967 para venda, um decréscimo de 1,74%, nas últimas operações. Nas casas de câmbio paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 2,110 (valor de venda), em declínio de 0,47% sobre o valor final de anteontem.
A taxa de risco-país, medida pelo indicador Embi+ (JP Morgan), marcou 196 pontos, um recuo de 6,66% sobre a pontuação final anterior.
Profissionais de mercado atribuíram a queda ao movimento de exportadores despejando moeda no mercado. Embora haja incertezas sobre o desdobramento da crise dos créditos “subprime”, boa parte dos corretores de câmbio trabalha com um dólar ainda abaixo dos R$ 2 para as próximas semanas. “Há pouco tempo, o mercado trabalhava com a perspectiva de R$ 1,85 para o final do ano. A cotação de ontem (R$ 1,96) já tem uma boa diferença em relação ao que alguns esperavam”, nota João Gomes, operador da corretora Agente.

Juros futuros

O mercado futuro de juros recuou, acompanhando o câmbio. O contrato para janeiro de 2008 projetou juro de 11,18%, contra 11,19% anterior. No contrato de janeiro de 2009 a taxa projetada recuou de 11,69% para 11,61%. No contrato de janeiro de 2010, a taxa negociada passou de 12% para 11,88%.
Já a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) deu mais um passo em seu processo de abertura de capital. Anteontem, os sócios aprovaram em Assembléia Geral a conversão da Bolsa de instituição sem fins lucrativos para uma sociedade por ações.
Em maio, a Bolsa havia anunciado a constituição de um grupo de trabalho para estudar sua abertura de capital bem como de sua clearing, a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia).

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