Divisa dos EUA fecha cotada a R$ 1,949, em baixa de 0,30%

O mercado de câmbio negociou o dólar a R$ 1,949 para venda, em baixa de 0,30%, nas últimas operações do dia. Nas corretoras paulistas, o dólar turismo foi cotado a R$ 2,070, com declínio de 0,48%. A taxa de risco-país marcou 195 pontos, número 2,01% inferior à pontuação final de sexta-feira passada.
O reinício das atividades das Bolsas americanas devolveu liquidez aos negócios do câmbio doméstico. Profissionais de corretoras afirmam que a “pausa” na crise do mercado de crédito imobiliário americano permitiu que a taxa cambial retomasse sua tendência predominante de baixa.
Sem a intervenção do Banco Central, que não realiza seu habitual leilão de compra há mais de 15 dias, a taxa de câmbio tem aberto a taxas mais altas que no fechamento. Na quarta-feira, por exemplo, o preço de abertura dos negócios foi de R$ 1,964 e oscilou entre a cotação máxima de R$ 1,967 e a mínima de R$ 1,947.
O mercado futuro de juros mostrou declínio nas cotações, às vésperas do anúncio da nova taxa básica de juros do país. O contrato para janeiro de 2008 manteve a projeção de juros de 11,15%. No contrato de janeiro de 2009, a taxa projetada retraiu de 11,47% para 11,44%. No contrato de janeiro de 2010, a taxa negociada cedeu de 11,71% para 11,68%. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) emendou o quinto pregão consecutivo de alta. O reinício das atividades nas Bolsas americanas reavivou o volume financeiro do mercado brasileiro, com giro de R$ 4,42 bilhões.
O Ibovespa, principal indicador da Bovespa, finalizou o dia em alta de 0,76%, aos 55.250 pontos. Nos últimos cinco dias úteis, o indicador acumula valorização de 6,98%.
Analistas atribuem o tom positivo das Bolsas nos últimos dias à sinalização das autoridades americanas, no final da semana passada, que devem agir para conter os problemas do mercado de crédito imobiliário dos EUA. O Federal Reserve (BC local) voltou a animar os investidores. A instituição emitiu um comunicado recomendando às empresas de crédito imobiliário que sejam mais flexíveis com as famílias endividadas para interromper a onda de inadimplência responsável pela atual crise financeira mundial.

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