Dívida pública cai 1,11% e fecha mês de outubro em R$ 1,47 trilhão

A dívida pública federal caiu 1,11% em outubro em relação a setembro, chegando a R$ 1,472 trilhão, de acordo com dados divulgados na segunda-feira pelo Tesouro Nacional. Este foi o segundo mês consecutivo de queda.
A valorização do real frente ao dólar ajudou a encolher a dívida externa e o endividamento público como um todo. A dívida pública federal externa, que representa 6,9% da dívida total, registrou redução de 1,38%, encerrando outubro em R$ 101,62 bilhões (US$ 58.26 bilhões).
A dívida interna teve seu estoque reduzido em 1,09%, para R$ 1,37 trilhão em outubro. A emissão de novos títulos superou os resgates em R$ 26,01 bilhões.
Além disso, houve um impacto de R$ 10,94 bilhões por causa dos juros.
No mês de outubro, o tesouro emitiu R$ 2 bilhões em títulos para capitalização da Caixa Econômica Federal. No total, o Tesouro Nacional fará um empréstimo de R$ 6 bilhões para o banco.

Custo menor

O custo médio acumulado da dívida pública acumulado nos últimos 12 meses caiu de 11,42% ao ano em setembro para 10,39% em outubro.
A participação dos papéis indexados à taxa básica de juros (Selic) tiveram sua participação aumentada, passando de 34,34% em setembro para 35,06% em outubro. Já a parcela de títulos prefixados na dívida total caiu de 31,1% em setembro para 29,78% no mês de outubro.
Os títulos remunerados por índices de preços aumentaram sua participação de 26,50% para 27,14%.
O volume de títulos em poder público com vencimento no curto prazo (em até 12 meses) caiu de 27,20% para 25,20%. Já o prazo médio da dívida aumentou de 3,55 anos em setembro para 3,59 anos (a meta é ficar em, no máximo, 3,7 anos).

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