O titulo acima certamente faz ironia com o filme “Dial M for Murder”. No Brasil ficou conhecido como “Disque M para Matar” , sendo que em algumas reprises já chegou a ser intitulado “Chamada Para a Morte”. A película data de 1954, foi dirigida por Alfred Hitchcock, naquele gênero que o notabilizou, o suspense.Outro aspecto que vale mencionar é que o filme estadunidense venceu na categoria de Melhor Atriz com a eterna princesa de Mônaco Grace Kelly e o melhor Ator Coadjuvante John Williams. O certo é que o já clássico suspense adaptado da famosa peça de Frederick Knott, amolda-se como uma luva para o hodierno abalo social causado pela menção da letra “m” de Mônica. Sim o prenome Mônica tem sido expressado oralmente com intensidade nos corredores dos órgãos públicos,balbuciado nos últimos dias diante das bancas de revista, das lojas de conveniência, dos lavabos.Revistas masculinas, editoriais de jornais, colunas políticas, todas convergem naturalmente para Mônica. Aparentemente Mônica caiu nas graças da imprensa. Mônica cujo significado do grego quer dizer sozinha, solitária ganhou companhia.Nas mãos solitárias e onânicas do leitor da Playboy ou na retórica ensandecida da oposição disposta a retirar mais uma vez representantes da política alagoana do cenário nacional.

Não é a Mônica dentuça, travessa e forçuda que embalou a infância de milhares de brasileiros na arte seqüencial do Mauricio de Sousa.Não se trata da Mônica patrona das mães. Não é ícone cristão, não gerou Santo Agostinho de Hipona o doutor da Igreja.

Coincidentemente Mônica acredite se quiser, tem sido um prenome associado a conspirações e esquemas capazes de fazer ruir nações importantes do globo. São as Mônicas as responsáveis ultimamente por tormentas políticas avassaladoras. Tome o leitor como exemplo a roliça estagiaria Monica Lewinsky. No âmago da edificação mais importante dos Estados Unidos da América do Norte, empreendeu com incomum volúpia exercícios na musculatura bucal que quase levou a queda do democrata Bill Clinton.Essa Mônica protagonista de “relações inapropriadas”, além de guardar , ( em atitude absolutamente anti-higiênica) o legado de suas aventuras orais com o presidente norte-americano em um vestido azul manchado, colocou em polvorosa o Congresso dos EUA trazendo a baila a utilização de expressões como “contato intimo inapropriado” e “impeachment sexual”. A simples pronuncia do antenome da mulher que estremeceu a Casa Branca, provavelmente ainda causa arrepios no democrata de melena grisalha.

Em outro petardo de respeitáveis proporções Mônica Veloso, trigueira, brejeira e altaneira fez com que o presidente do Senado incorresse em uma grande besteira( a rima não foi planejada). Sim a versão brasileira da “bombshell” Lewinski , detentora da clareza intelectual de um curso de Jornalismo e da delicadeza dos traços de uma morena acachapante sacudiu a fabrica das leis em Brasília.

Atordoado pela beleza da moça o senador Calheiros , fraquejou, despiu-se da intocabilidade do cargo, da aura da respeitabilidade que o velho Ulisses, ora planejando as diretas da submersa Atlântida, soube dar a classe política. Calheiros, foi diretamente atingido pela flecha do cupido e em total e absoluta cupidez (ou seria estupidez) deu vazão aos naturais instintos masculinos, galgando um passo acima do que o marido de Hillary foi capaz de fazer a sua Mônica.Como bom representante do macho latino semeou-lhe no bucho um descendente, desbancando de uma vez por todas outras estrelas do “hombrismo” político sul- americano como o Argentino Menem que tentou, tentou em vão com sua ex – miss universo chilena, obtendo apenas um tardio, porém trivial adereço viking.

Impressiona, assim o estrago causado pelo modelo tupiniquim da Mônica estadunidense. A versão verde e amarela não se intimidou pelos flashes,assumindo a capa da lendária revista do Hugh Hefner. O impacto da Mônica de belas proporções ( mesmo com todas as facilidades do PhotoShop) redundou numa crise p

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