Disponibilidade para ambientes críticos

Um dos principais problemas enfrentados hoje pelas empresas é a necessidade de alta disponibilidade sempre em todas as áreas da companhia. Até mesmo aqueles que eventualmente poderiam parar de utilizar o sistema por algumas horas ou minutos, em casos de manutenção ou problemas, não podem nem imaginar tal fato. Os principais motivos, em ter o sistema sempre disponível, são: a concorrência e a dependência cada vez maior das informações digitais e até mesmo dos documentos digitalizados.

No caso de negócios B2B ou B2C, não pode existir a chance ou a prerrogativa do sistema fa lhar, já que se isto acontece é o mesmo que um prédio comercial fechar as portas e seus clientes ficarem do lado de fora, sem poder entrar para consumir. E o pior de tudo: é “arranhar” o vínculo de confiança no serviço prestado.

Em virtude dessa necessidade, surgem diversas implementações dos fabricantes de hardware e software para que isso se torne real e este pro blema gerenciável. Uma das soluções que existem hoje de mais efetivo na tolerância a falha é o cluster. O cluster, seja de hardware ou software, foi desenvolvido exatamente com o propósito de garantir a alta disponibilidade dos sistemas, suportar também ambientes críticos e elevar o nível de SLA deste ambiente alcançando o máximo de excelência possível.

A primeira dúvida que aparece quando falamos de um ambiente de alta disponibilidade são os custos envolvidos para construção do ambiente. Podemos afirmar que os valores já foram extremamente altos no passado, mas agora acompanham a tendência dos outros ambientes de tecnologia, que estão caindo de preço e se tornando cada vez mais acessíveis. Vale reforçar que para um ambiente em cluster, é necessário no mínimo uma storage e dois equipamentos que suportem a operação. Além disso, as especificações do equipamento devem seguir a orientação mínima do fabricante da tecnologia de cluster e as aplicações que serão suportadas.

No cenário atual, as empresas, que já têm soluções Microsoft e até as que estão aderindo a essa plataforma, podem utilizar do Windows Server, que oferece o recurso disponível sem a necessidade de compra de licença de utilização da tecnologia, o qual diminui o custo do projeto e implementação final. O serviço funciona muito bem tornando possível a criação de até 8 nós no mesmo cluster para suporte a aplicativos como o Microsoft SQL Server, Exchange, ISA Server, entre muito outros recursos.

Para banco de dados, temos a possibilidade de implantar o SQL Server em alta disponibilidade de forma simples para administrar recursos e movimentá-los entre os nós participantes da instance selecionada. Com isso, ganhamos nesta implementação a possibilidade de um downtime mínimo para o banco de dados. Isso porque temos janelas maiores para possíveis manutenções nos servidores, o que muitas vezes se faz necessário, sem que as aplicações parem de funcionar durante este período, já que o outro equipamento pode assumir o papel principal na produção.

Uma dúvida muito comum: É como o cluster pode prover escalabilidade juntamente a alta disponibilidade? Na verdade quando falamos de Microsoft SQL Server o cluster não é uma solução aplicável de escalabilidade. Para conquistar isso, temos que utilizar outros recursos disponíveis no próprio Microsoft SQL Server para atingir este objetivo. Uma excelente saída é a replicação bi-direcional utilizada, inclusive, em ambientes governamentais críticos no Brasil.

Enfim, cluster é uma opção para alta disponibilidade. Pense nisso!

Marcos Abéllon é diretor geral da W5 Solutions, empresa recentemente premiada pela Microsoft por uma de suas soluções de Business Intelligence.

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