Imagine poder conversar consigo mesmo de uma forma suave, profunda e objetiva. Quem sabe você poderia dizer assim: Que eu me permita acreditar mais, para saber realizar os objetivos que assumi no mundo astral. Que eu possa substituir minhas palavras pelo toque, pelo sentir, pelo compreender, pela irradiação que fortalece e revigora a alma. Que eu saiba reproduzir na aura a imagem que entra pelos meus olhos, fazendo-me parte suprema da natureza, recriando-me a cada instante.

Que eu não tenha medo de nada, principalmente de mim mesmo. Que eu não tenha medo de meus medos! Que eu faça de mim uma pessoa serena, dentro de minha própria turbulência. Humilde diante de minhas grandezas tolas e ingênuas… Que eu possa ensinar o pouco que sei, e aprender o muito que não sei. Fazer gentilezas quando recebo carinho. Fazer carinhos mesmo quando não recebo gentilezas. Que eu possa praticar os ensinamentos ministrados pelo Racionalismo Cristão.

Aqueles que são renovados a cada reunião pública, a cada nova orientação, a cada novo livro, a cada novo capítulo, a cada novo dia. Como é importante estabelecer um diálogo interior. O exercício de se questionar, de conversar consigo, de se conhecer, é grande instrumento de evolução de que dispomos. Na turbulência dos dias que não param, das muitas atividades e preocupações, esses momentos de meditação, irão determinar a nossa saúde física e espiritual. Muitos se perdem de si mesmos nesse turbilhão ameaçador, e dificilmente se encontram a tempo. Os que escolhem o caminho da meditação, do diálogo interior, do autoconhecimento, alcançam um desejável grau de maturidade psíquica.

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