11 de agosto de 2022
Prancheta 2@3x (1)

Dia 31 de janeiro, encerra o prazo para remanejo do ano fiscal de 2008

A próxima oportunidade de um estudo proativo nesse sentido, sem que haja elevadas multas, juros fiscais e até mesmo a própria burocracia do Estado, ocorrerá só em 2009

Janeiro é o momento ideal para as empresas efetuarem uma reavaliação do regime fiscal federal adotado e determinarem qual política econômica irão implementar para 2008. É o período indicado também para as micro e pequenas empresas que perderam a adesão ao Super-Simples em 2007, pois neste mês poderão efetuar o pedido de adesão até o dia 31.

“É a ocasião para os gestores reavaliarem o planejamento tributário de suas empresas, fazendo cálculos e simulações nos diferentes regimes fiscais, a fim de encontrar ou até mesmo certificar a melhor política tributária para a saúde financeira da empresa”, disse o contador Ângelo Mori Machado, diretor da Gerencial Auditoria e ­Consultoria.

A próxima oportunidade de um estudo proativo nesse sentido, sem que haja elevadas multas, juros fiscais e até mesmo a própria burocracia do Estado, ocorrerá só em 2009.

A análise e o planejamento fiscal, explicou Ângelo Mori, são imprescindíveis devido às oscilações de mercado, as quais influem no fluxo de caixa das empresas, às estratégias de crescimento e às perspectivas para os próximos meses.

Um estudo fiscal para apoio na tomada de decisão dos gestores é importante, em especial, pelas constantes mudanças da legislação fiscal brasileira. Entre elas, estão a exclusão da CPMF a partir de 2008 e, ainda, o aumento da carga tributária anunciado no dia 2 de janeiro pelo Governo Federal, através da majoração linear em 0,38% na alíquota do IOF e do aumento da alíquota de 9% para 15% da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) a ser paga pelas instituições financeiras.

Com seus contadores e assessores, as empresas devem mensurar o total de impostos que será pago a partir deste mês, fazendo simulações fiscais com base nas expectativas de desempenho econômico para o ano e aplicar, sempre que possível, uma comparação nos três regimes fiscais (Super-Simples, Lucro Presumido e Lucro Real).

O benefício, além da redução de gastos tributários, é o reflexo da correta opção fiscal sobre o fluxo de caixa da empresa. Na oportunidade, sugere Ângelo Mori, as empresas podem repensar preços, margens de lucro, ponto de equilíbrio e estratégias de administração.

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