Dez bons motivos para o consumo de alimentos orgânicos agroecológicos

1.Alimentos produzidos naturalmente (agroecológico, orgânico, biodinâmico) possuem compostos mais saudáveis, são muito mais nutritivos (em média 2,5 vezes mais nutrientes minerais) e consequentemente são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos –esta é a simples razão pela qual muitos chefs procuram produtos orgânicos– na produção natural não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.

2. Saúde garantida (sem Organismos Geneticamente Modificados, sem pesticidas, sem antibióticos, sem hormônios). Evita-se problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Pesquisas e estudos têm demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até câncer.

3. Proteção das futuras gerações (desenvolvimento sustentável –realmente deixa uma herança de valor, os recursos naturais, solos naturais, técnicas de produções naturais, sabedoria e uma parceria com a natureza). A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais, as pessoas e a sociedade. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto químico. E tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais, principalmente o solo e toda vida à sua volta.

4. Amparo ao pequeno produtor (fixação do trabalhador no campo com qualidade, saúde e sem dívidas). Ajudamos os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento. Mantendo o solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem à terra e revitaliza as comunidades rurais.

5. Manutenção de solos vivos, férteis e preservados (principal preocupação da agroecologia). Evitamos a erosão do solo (perdemos bilhões de toneladas de solo por ano com a atual agricultura e o que é pior, isso tudo vai assorear os rios). Através das técnicas agroecológicas tais como rotação de culturas, plantio consorciado, compostagem, etc., o solo se mantém fértil e permanece produtivo ano após ano.

6. Manutenção de mananciais limpos e puros (lençóis freáticos, rios, lagos), protegendo a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações convencionais atravessam o solo, alcançam os lençóis d’água e poluem rios e lagos.

7. Manutenção da biodiversidade (manutenção das espécies, respeito a toda e qualquer vida). Restauramos a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. Com a agroecologia, respeita-se o equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.

8. Reduz o aquecimento global e economiza energia. O cultivo natural dispensa os agrotóxicos e adubos químicos, utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e o trato manual dos canteiros, fazendo com isso um maior aproveitamento da energia disponível no local. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apóia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.

9. Custo social e ambiental (os alimentos orgânicos não são mais caros e sim, são a forma mais barata de alimentação, se considerarmos que carregam muito mais nutrientes, já saem mais baratos imediatamente e, além disso, se tornam infinitamente mais baratos, se ainda considerarmos as externalidades, como por exemplo, os gastos que temos com medicamentos (médicos), recuperação de áreas degradadas (custo ambiental), desempregos, manutenção de presídios lotados, favelas, criminalidade, violência (custo social), devido ao consumo de alimentos produzidos com adubos solúveis e agrotóxicos, que nos adoecem, definitivamente

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