Desenvolvimento sustentável é tema de seminário no Rio de Janeiro

A distribuição de terras e o avanço da cultura da soja e dos biocombustíveis na re-gião amazônica são alguns desafios que o governo terá de enfrentar no futuro. A afirmação é da vice-coordenadora da Rede Temática em Pesquisa de Modelagem Ambiental da Amazônia (Rede Geoma), Maria Isabel Escada. Para ela, é preciso averiguar como se pode gerar um desenvolvimento sustentável na Amazônia, preservar a floresta e, ao mesmo tempo, permitir o avanço econômico.

Maria Isabel Escada é pesquisadora do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), do Ministério da Ciência e Tecnologia.

A gente tem nas várias áreas temáticas grandes desafios. Também, na questão de clima, tem como conter o desmatamento, como recomendar políticas públicas para que a gente consiga desenvol-ver um ambiente sustentável, justo, incluindo o tema das dinâmicas populacionais e dos assentamentos urbanos, que também são um grande desafio na Amazônia, disse Escada.

As demandas de governo para pesquisa científica diante dos cenários internacionais serão debatidas em mesa-redonda na próxima quarta-feira, durante o I Simpósio do Geoma. O evento iniciou em Petrópolis, região serrana fluminense, e está discutindo os resultados dos primeiros cinco anos de atividades da Rede Genoma.

A Rede Geoma é a primeira Rede de Pesquisas do Ministério de Ciência e Tecnologia e foi criada em 2002 com o objetivo de elaborar modelos de cenários para implementação de políticas públicas na região amazônica. Ela conta atualmente com cerca de 50 pesquisadores de seis unidades do ministério, além de estudantes e bolsistas, que trabalham em parceria com instituições locais.

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