Desemprego volta a cair e fica em 9,5% no mês de julho, segundo IBGE

Após ficar em 9,7% em junho, a taxa de desemprego em seis regiões metropolitanas do país caiu para 9,5% em julho, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se da segunda queda na taxa de desemprego do ano, com abertura significativa de postos de trabalho. A renda do trabalhador, porém, também caiu, com recuo de 1,2%.
O IBGE apura dados em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre.
Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o desemprego registra uma queda de 1,2%. O contingente total de desempregados atingiu 2,2 milhões de pessoas em julho. A reação no mercado de trabalho foi ditada por Rio de Janeiro, em que o desemprego caiu 0,9 ponto percentual.
Nas demais regiões foi registrada estabilidade estatística, segundo o IBGE.
Em julho, a taxa de desemprego foi de 7,8% em Belo Horizonte, 14,6% em Salvador, 12,6% em Recife, 8% no Rio, 7.4% em Porto Alegre e 10,2% em São Paulo.
O IBGE informa ainda, que a inflação medida pelo IPCA-15 registrou alta de 0,42%, em agosto, contra 0,24% em julho.

ssão nos preços

No ano, a prévia do índice oficial de preços acumula alta de 2,85% e nos últimos 12 meses, de 3,95%.
A principal pressão nos preços coube ao grupo Alimentos. Com alta de 1,61%, o grupo foi responsável por 0,34 ponto percentual do índice.
Dentro dele, pressionou mais o item leite e derivados, cujo aumento foi de 10,62%, constituindo-se na maior contribuição individual do mês: 0,23 ponto percentual.
O consumidor passou a pagar 9,85% a mais do que pagava no mês de julho pelo leite em pó.
Em agosto, queijos também ficaram mais caros, com alta de 6,02%, e os preços dos iogurtes subiram 5,31%.
Considerando-se o acumulado no ano até agosto, os preços do leite pasteurizado já aumentaram 52,16%.
Subiram ainda os preços das carnes (4,21%), tomate (4,01%) feijão carioca (2,77%), pão francês (1,86%) e frango (1,66%). Já os produtos não-alimentícios tiveram variação negativa de 0,10% em agosto.
As contas de energia elétrica tiveram redução de 2,45% e ficaram com a mais forte contribuição negativa no mês (queda de 0,09 ponto percentual), assim como os combustíveis também registraram redução nos preços –de 1,04.
Ainda em relação à energia elétrica, as tarifas aplicadas na região metropolitana de São Paulo ficaram 12,66% mais baratas a partir do dia 4 de julho, resultando em queda de 7,64% na conta do consumidor da região neste mês.
Já o litro do álcool ficou 5,65% mais barato e a gasolina teve queda de 0,70%.
Os preços dos artigos de vestuário em agosto registraram queda de 0,23% em razão das promoções típicas deste período do ano.
O IPCA-15 funciona como uma prévia do IPCA –índice oficial utilizado como referência para a meta de inflação e que influencia as taxas de juros oficiais do país.

Qual sua opinião? Deixe seu comentário

Gostou do Conteúdo? Assine nossa Newsletter

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp
Email

Compartilhe:

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email