Desemprego registra queda em junho

A taxa de desemprego no conjunto de sete regiões metropolitanas do país caiu para 10,9% em junho, ante 11,2% no mês anterior, indica a PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos) e da Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados). No mesmo período do ano passado, o desemprego atingiu 10,7%.
O número de desempregados no conjunto das sete regiões foi estimado em 2,424 milhões de pessoas, 48 mil menos que em maio. A população economicamente ativa das sete regiões ficou em 22,143 milhões de pessoas, 22 mil mais que em maio.

Taxa de desemprego nas regiões metropolitanas cai em maio

O levantamento é realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife, Fortaleza e no Distrito Federal.
Na passagem de maio para junho, o desemprego diminuiu em Belo Horizonte (de 7,4% para 6,7%), no Recife (de 12,9% para 12,5%) e em Salvador (de 19,7% para 19,1%) e manteve-se relativamente estável no Distrito Federal (de 12,2% para 12,1%), em Fortaleza (de 8,6% para 8,5%), em São Paulo (de 11,4% para 11,3%) e em Porto Alegre (de 6,5% para 6,6%).
As contratações cresceram em todos os setores em junho, na comparação com maio. Na indústria de transformação, o acréscimo foi de 24 mil empregados (0,9%), e comércio e reparação de veículos somaram 21 mil funcionários mais no período (0,6%). Na sequência vieram a construção (5 mil postos, 0,3% mais) e serviços (31 mil, 0,3% mais).

Renda

Em maio, no conjunto das sete regiões pesquisadas, o rendimento médio real dos ocupados, que considera todos os que têm trabalho remunerado, subiu 0,7%, para R$ 1.608, em relação ao mês anterior.
O rendimento médio real dos assalariados, ou seja, o conjunto dos empregados com carteira assinada, avançou na mesma proporção, 0,7%, para R$ 1.655.
Na comparação com maio de 2012, o rendimento médio real dos ocupados cresceu 1,4 % e o dos assalariados subiu 1%.
A massa de rendimento dos ocupados nas sete regiões elevou-se em 1,3 % em maio ante abril, e a massa dos assalariados variou 0,8%. Ante maio de 2012, a massa de rendimento dos ocupados cresceu 1,9%, e a dos assalariados avançou 1,4%.
Na pesquisa do Dieese/Seade, os dados relativos à renda referem-se sempre ao mês anterior ao do levantamento.

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