Desemprego cai ao menor nível da história para os meses de junho

A taxa de desemprego apurada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas seis principais regiões metropolitanas do país caiu de 6,4% em maio para 6,2% em junho, a menor para o mês desde o início da série histórica

A taxa de desemprego apurada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas seis principais regiões metropolitanas do país caiu de 6,4% em maio para 6,2% em junho, a menor para o mês desde o início da série histórica. A população desocupada foi calculada em 1,5 milhão de pessoas, número estável em relação ao mês anterior. Frente a junho do ano passado, houve queda de 10,4%, menos 172 mil pessoas. A população ocupada ficou em 22,4 milhões, número estável frente a maio. Na comparação com junho de 2010, ocorreu elevação de 2,3% nessa estimativa, representando um adicional de 512 mil ocupados.
O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado foi de 10,8 milhões, sem variação significativa frente a maio. Na comparação anual, houve uma elevação de 6,2%, representando um adicional de 634 mil postos de trabalho com carteira assinada A massa de rendimento real habitual dos trabalhadores no País ficou em R$ 35,6 bilhões em junho, mostrando estabilidade na comparação com maio. Porém, houve crescimento de 6,2% na comparação com junho do ano passado, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada há pouco pelo IBGE.

Rendimento real

Já a massa de rendimento real efetivo dos ocupados foi de R$ 35,3 bilhões em maio, número estável em relação a abril e 6,6% maior que o registrado em maio do ano passado. O rendimento médio real habitual dos ocupados em junho foi de R$ 1.578,50, o valor mais alto para o mês desde 2002. A alta foi de 0,5% na comparação com maio e de 4,0% frente a junho do ano passado.
O nível da ocupação, a proporção de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade ativa, foi estimado em 53,5% em junho, no total das seis regiões. O número ficou estável frente a maio, mas registrou elevação de 0,6 ponto porcentual em relação a junho de 2010. Na comparação mensal, todas as regiões metropolitanas mantiveram estabilidade. Na comparação com junho de 2010, houve aumentos significativos no Recife (45,7% para 47,4%), Belo Horizonte (56,4% para 57,5%) e em Porto Alegre (53,4% para 55,2%).
Na análise por atividades, houve estabilidade em todos os setores na passagem de maio para junho. No entanto, no confronto com junho do ano passado, houve acréscimo de 6,4% no contingente de trabalhadores do grupamento dos Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira.
O primeiro semestre de 2011 teve o melhor resultado para o mercado de trabalho desde o início da Pesquisa Mensal de Emprego, iniciada em março de 2002. De janeiro a junho, o nível de ocupação da população atingiu o patamar recorde de 53,5%. Já a taxa média de desemprego ficou em 6,3% no período, já abaixo da média anual registrada em 2010, quando ficou em 6,7%.

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