2 de dezembro de 2021

Não há como imaginar neste momento a mais remota possibilidade de ser estudada a criação de um pretenso plano de “frente ampla única” para enfrentar Bolsonaro em 2022; (i) a uma porque as vaidades de vários se  sobrepõem ao espírito do objetivo e (ii) a duas porque Doria já se lançara de forma solitária e com ataques ao PT o que fará nascer o seu isolacionismo. No cenário atual e provavelmente o que teremos até junho de 2022, Doria será o terceiro ou  quarto nas futuras pesquisas porque vem o candidato do PSDB; Ciro Gomes e talvez um do lulopetismo. E, sendo assim, todos dividirão um eleitorado de cerca de 42% porque o Presidente terá 58%. Afinal, tem o cofre nas mãos como os lulopetistas tiveram e só prestaram para operar o maior esquema de corrupção de nossa história, esquecendo do eleitor que hoje  não vota mais em Lula. O respeito ao eleitor  fora abandonado o que já custara caro e em política não se recupera o voto por sentir-se o eleitor humilhado. Assim, o antipetismo já presente em todas as eleições passadas; na de 2022 será um dos fatores que reelejerá Bolsonaro, o Presidente honesto, cristão e que trabalha pelo Brasil e seu povo. A suposta “lição” de alguns pela qual “os menos preparados colocam no poder os menos capazes de produzir” vem sendo eliminada a cada dois anos e, assim, Bolsonaro que enfrenta todos os corruptos e governa com transparência tem a seu favor suas realizações, enquanto os demais que viveram no mundo das traições se perderão na vala da incompetência e da vaidade. Podem os derrotados nas urnas tentar manipular, desinformar, alterar ou até sufocar o eleitor que este comportamento só fará crescer o bolsonarismo como demonstrado no dia 7 de setembro. Bolsonaro fora eleito democraticamente e defende nossa Constituição; não admitindo a prisão de jornalistas que tem na liberdade de expressão o livre exercício da profissão que abraçaram; sendo contra qualquer “inquérito” aberto sem a obediência aos padrões da legalidade. Se há turbulência, esta decorre de atos provenientes do Legislativo e, principalmente, do Judiciário. Antes o povo desconhecia o que era “STF”; nem os nordestinos tinham água nas torneiras. Hoje conversam com Bolsonaro nas esquinas; temos motociatas e caminhoneiros que enobrecem a Nação; e assim, Bolsonaro mesmo perseguido só vê crescer sua popularidade.

A população não sente nenhum ceticismo e Bolsonaro não contribui para nenhuma polarização. Se há desesperança, este cenário habita a suposta oposição, até então ineficiente. Os bolsonaristas não são reféns de situações impostas e sabem reconhecer que o Presidente trabalha; inexistindo desesperança. Vivemos numa democracia onde o executivo cumpre a Carta Magna; o País cresce e é reconhecido no Exterior; investe bilhões na produção; as ferrovias e rodovias ressurgem… e enfrenta uma parte da mídia toda comunista que deseja seja o País entregue à China; numa atitude deplorável. E agora, LULA “totalmente desesperado, admite encontrar-se a esquerda bem fragilizada”. Para quem já tivera 91 deputados federais e hoje só tem 52, a queda fora significativa e, provavelmente, em 2022 poderá ver esse cenário piorar porque nada fizera até agora. A esquerda não aprendera que não se vence eleição na véspera e o eleitor não quer saber de ideologia, mas de emprego, progresso em vários aspectos e já sabe que entre Bolsonaro e LULA, o ex-presidiário, há um abismo que os separa em termos de honestidade, religião e família. Sejam todos mais honestos.

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