Deputados renovam veto à carne brasileira

Deputados do Reino Unido renovaram em Estrasburgo (leste da França), a campanha para que a União Européia proíba por completo as importações de carne brasileira para o bloco, alegando problemas sanitários.
A iniciativa é incentivada pelo inglês Neil Parish, presidente da Comissão de Agricultura do Europarlamento, junto com o escocês Alyn Smith, a irlandesa Mairead McGuinness, o norte-irlandês James Nicholson e o galês Jill Evans.
Segundo esses deputados, a carne bovina brasileira não cumpre com as normas de segurança sanitária exigidas pela UE, baseando-se na opinião de especialistas veterinários europeus e especialmente, em um informe da IFA (Associação de Produtores Agropecuários Irlandeses) e Jornal dos Produtores Agropecuários. De acordo com esse estudo, o Brasil não tem um sistema confiável de rastreio da origem do gado cuja carne é exportada.
Atualmente a UE aplica um embargo à carne de três estados brasileiros devido a um surto de aftosa. Mas, segundo os deputados europeus, o gado está sendo contrabandeado das áreas sob proibição para outras partes do país onde a exportação é permitida.
Em julho passado, o comissário de Saúde da UE, Markus Kyprianou, afirmou que não há motivos para embargar a importação de carne brasileira, como vêm pedindo as associações de produtores da Irlanda e da Escócia. Em uma carta enviada às associações e aos deputados europeus, Kyprianou contestou as conclusões da investigação da IFA. Segundo o comissário, o relatório foi submetido à análise do Departamento de Alimentação e Veterinária da UE (FVO, na sigla em inglês), responsável pelo controle sanitário no bloco.

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