Depois de susto com artefato explosivo, Amostra retoma atendimento normal

A empresa Amostra (Assessoria em Medicina Ocupacional e Segurança do Trabalho) afirmou, por meio de seu diretor administrativo, Alexandre Antony, que a segurança de suas instalações será reforçada para o normal atendimento das pessoas que procuram os serviços do estabelecimento. Entre os serviços oferecidos pela clínica estão audiometria, espirometria, eletrocardiograma, PCMSO (Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional), entre outros trabalhos.
Na última quinta-feira, 4, funcionários da clínica, que atende diariamente cerca de 150 pessoas para realização de exames admissionais e demissionais, descobriram um artefato explosivo nas suas dependências, retirado do local por equipes do esquadrão antibombas da Rocam (Ronda Ostensiva Cândido Mariano) e do COE (Comando de Operações Especiais), além do Corpo de Bombeiros.
O prédio, localizado na avenida Joaquim Nabuco, 1.550, próximo à esquina com a rua Ramos Ferreira, Centro de Manaus, foi isolado, mas o funcionamento voltou ao normal já na manhã desta sexta-feira, 5.
De acordo com o diretor administrativo da clínica Amostra, Alexandre Antony, ainda não é possível dar informações sobre suspeitos. “A polícia já está cuidando do inquérito, por isso é melhor não divulgarmos se temos ou não suspeitos”, enfatizou.
Mesmo com o destaque que a clínica alcançou nos últimos anos, Antony disse acreditar que concorrentes não sejam os causadores da tentativa de atentando.
O material descoberto foi recolhido para análise de especialistas em explosivos e até o fechamento desta edição não havia informações de peso e tamanho do produto. “Somente pessoas especialistas em explosivos podem identificar, analisar e neutralizar esses materiais”, informou o tenente do corpo de bombeiros Sulemar Barroso.
O material ficou isolado para verificação da equipe do Raio (Batalhão de Resposta Rápida, Intervenção e Apoio Operacional) no batalhão do Corpo de Bombeiros, localizado no bairro Petropólis. A militar e primeira policial explosivista do Brasil, Alessandra Cruz, afirmou que de fato se tratava de material explosivo e que a destruição deveria ser feita a qualquer momento. “O objeto vai ser averiguado e a detonação da bomba deve ser feita por uma equipe do Raio”, explicou.

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