7 de dezembro de 2021

“Denúncias estão ligadas a pretensões políticas”

Acusada de improbidade administrativa pela PF (Polícia Federal), a superintendente da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), Flávia Grosso, recebeu ontem, 22, as primeiras declarações de apoio dos parlamentares da ALE-AM

Acusada de improbidade administrativa pela PF (Polícia Federal), a superintendente da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), Flávia Grosso, recebeu ontem, 22, as primeiras declarações de apoio dos parlamentares da ALE-AM (Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas). Em seu discurso, o deputado Josué Neto (PMN) ressaltou o trabalho de Flávia à frente da autarquia desde o primeiro ano do governo Lula, em 2003.
“Nos próximos dias a Suframa completará 44 anos de existência, e Flávia contribuiu de maneira positiva para o sucesso desta ideia. Seu histórico não condiz com o conteúdo das denúncias, não só por sua postura, mas também por seu posicionamento como uma pessoa que está há 20 anos engajada pela excelência deste órgão”, falou.
Josué Neto disse acreditar que as denúncias estão ligadas a pretensões políticas, já que o cargo ocupado por Flávia é de extrema relevância e ‘salta aos olhos’ de alguns “políticos”. “Não vou entrar no mérito das denúncias. Se foram feitas devem ser apuradas, pois todo gestor público está passível disso. Acontece que as pessoas usam desses artifícios para atingirem seus objetivos e, por consequência, sujam a imagem de quem está a sua frente”, frisou.
Quem também manifestou seu apoio a superintendente foi o presidente da Casa, Ricardo Nicolau (PRP), que disse estar extremamente surpreso com a situação, pois não acredita que Flávia usaria de má fé para com o órgão ao qual administra há oito anos.

PT nega envolvimento

O caso está cercado de especulações. Uma delas seria a participação do senador petista João Pedro nas denúncias.
De acordo com uma fonte de dentro do PT, o senador estaria motivado pela vontade de ampliar sua influência na autarquia, que se configura como o segundo maior poder no Estado, perdendo apenas para o governo.
A afirmativa foi desmentida por seu colega Sinésio Campos (PT). Para o líder do partido e do governo na ALE-AM, as afirmações contra João Pedro são infundadas.
“Em nenhum momento vimos ele, de fato, participando desse embate. Quem não deve não teme. Se ela não cometeu crime contra a União não há o porquê de ser contra a investigação da PF (Polícia Federal)”, enfatizou.
Além da investigação contra Flávia Grosso, a PF também averigua o superintendente adjunto da Suframa, Plínio Ivan Pessoa da Silva; o presidente do Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Maurício Loureiro; o sócio-administrador da Mosaico Engenharia, Jorge Soto Mayor Fernandes Filho; e Armando Rubens Medeiros Lima, responsável pelo parecer técnico que aprovou as contas do convênio firmado com a Mosaico para a recuperação das vias do Distrito Industrial.

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