25 de junho de 2022

Deficiente barrado consegue indenização

A humilhação sofrida por Emerson aconteceu em março de 2005, quando ele foi ao banco fazer depósito para um tio.

O deficiente físico Emerson Cardamoni Urban levou a melhor na briga com o HSBC. O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o banco pague a Emerson indenização por dano moral no valor de R$ 15 mil. O deficiente foi impedido de entrar na agência do banco, em Marília (cidade localizada a 450 km da capital paulista), por causa de sua perna mecânica. O detector de metal travou a porta giratória.

O fundamento da decisão foi o de que o banco, quan­do abre contas e se responsabiliza pelo atendi­mento de seus clientes, de­ve fazê-lo de forma adequada, sem submetê-los a constrangimentos e situações vexatórias.

A humilhação sofrida por Emerson aconteceu em mar­ço de 2005, quando ele foi ao banco fazer depósito para um tio.

Figura popular na cidade, cliente da agência onde era conhecido, o deficiente foi barrado pelo detector de metais.

Emerson Cardamoni mostrou o envelope do de­pósito, a perna mecânica, mas nada disso sensibilizou os funcionários que sugeriram ao cliente fazer o depósito em um dos terminais eletrônicos existentes na agência.

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