De janeiro a julho, feiras da ADS movimentam R$ 5 milhões

O Governo do Estado, por meio da Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS), vem trabalhando para a geração de emprego e renda para esta parcela da população. De janeiro a julho de 2021, foram movimentados aproximadamente R$ 5 milhões por meio das 42 Feiras de Produtos Regionais, que atualmente beneficiam diretamente 415 produtores. No primeiro semestre, a agência inaugurou mais 12 feiras no interior e, na capital, duas feiras importantes foram entregues para a população em junho: as feiras regionais do CSU do Parque Dez e do estacionamento do Dom Pedro.

A parceria entre o produtor rural e a ADS acontece em várias frentes, com o intuito de apoiar toda a cadeia da agricultura familiar com vistas à conquista de novas oportunidades para a comercialização. Aí se incluem os programas de Regionalização da Merenda Escolar (Preme) e de Regionalização do Mobiliário Escolar (Promove), o Balcão de Agronegócios, subvenções, ações emergenciais que a Agência opera, no estado, e claro, as próprias feiras.

Dos produtores para a população 

A ADS também atende a demandas dos produtores em relação à regularização, acesso a programas públicos e aquisição de alimentos, o que proporciona um crescimento e desenvolvimento maior do setor primário a partir das políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Estado. Em contrapartida, são os pequenos agricultores que abastecem a mesa da maior parte da população, contribuindo para o aquecimento da economia local.

“A agricultura familiar é que realmente leva o alimento para a mesa dos consumidores, para a mesa do povão, porque os grandes produtores estão na exportação. É o pequeno (produtor) que leva a sua produção para as feiras, como é o caso das feiras da ADS, em que o produtor vende direto para o consumidor. Isso é importante para a economia do estado e para a economia das pessoas porque não há o atravessador”, destaca Michelle Bessa, diretora-presidente da ADS.

Enchente e ações emergenciais 

Em 2021, o nível do Rio Negro alcançou 30 metros, ultrapassando em 3 centímetros a cota recorde registrada no ano de 2012, com isso, Manaus registrou a maior cheia desde o início dos registros, em 1902. Mesmo com a cheia histórica e a pandemia de Covid-19, o setor primário não deixou de receber apoio.

A política emergencial de compra de alimentos da agricultura familiar adotada pelo Governo do Estado iniciou em março deste ano e beneficiou aproximadamente 8.000 famílias de 35 municípios durante estes meses de ação.

Ao todo, quase R$ 2,17 milhões foram investidos na aquisição de mais de 80 toneladas de alimentos regionais, oriundos da agricultura familiar, doados a pessoas em situação de vulnerabilidade social, em parceria com as secretarias de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) e de Assistência Social (Seas) e o Fundo de Promoção Social e Erradicação da Pobreza (FPS).

Na Semana Santa, foram adquiridas aproximadamente 107 toneladas de pescado, em 10 municípios, beneficiando 22 produtores. A ação movimentou quase R$ 1 milhão, atendendo pessoas em situação de vulnerabilidade social.

O Balcão de Agronegócios, adquiriu aproximadamente R$ 1,807 milhão, totalizando quase 620 toneladas de alimentos, em 35 municípios, beneficiando 120 produtores e duas associações no primeiro semestre. “Mesmo com a pandemia e a cheia histórica, a ADS encontrou formas de ajudar estes produtores rurais. Eles não perderam a sua safra e conseguiriam vender através do Balcão de Agronegócios e das ações emergenciais”, comemora Nildo Colares, diretor técnico da ADS.

FOTO/DESTAQUE: Ruth Jucá /ADS

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