A verdade como resultado da liberdade de expressão sempre será um excelente e único remédio contra aqueles que se utilizam da mídia para manipular os que acreditavam no lulopetismo; hoje todos já mais afastados do atual cenário político.

Tanto isto é verdade, que buscaram num anonimato condenável emergir infiltrados numa “passeata”, travestidos de supostos defensores da democracia, palavra cujo significado nada tem a ver com comunismo. Sob o manto de supostamente estarem exigindo “democracia” os vândalos protagonizaram cenas de depredação e violência, que nada tinham a ver com o objetivo a que se propuseram; até porque o uso da expressão “democracia” por comunistas é diametralmente oposto aos objetivos do socialismo, onde o povo é humilhado e transformado em ser desprezível. Temos exemplos claros: Cuba e Venezuela; países que integram o Fôro de São Paulo, órgão que concentra os comunista da América Latina.

Com absoluta certeza os infelizes usados como escudos de um “exército” cuja bandeira sempre fora vermelha se prestaram a um desserviço na vã tentativa de enganarem aqueles que já conhecem seus passados, onde prepondera o cinismo, a torpeza e a exploração da miséria como meio de se obter o voto. Todos são motivos de dó. Não venderam seus corpos, mas os usaram para denegrir a imagem de grandes clubes de futebol, como se os meios justificassem os fins. Atos abusivos e com objetivos inconfessáveis caracterizaram as cenas de violência. Se os derrotados nas urnas deram ênfase à inversão do ocorrido, como se todos fossem manipulados, tivemos outra demonstração de cristalina má-fé; o que parte da mídia faz diariamente.

Lamentável, mas não foram às ruas para defender a democracia que está em pleno vigor no país. Tanto que realizaram as manifestações que só foram combatidas após a violência. Extrapolaram o direito de ir e vir e a liberdade de expressão que não pode ser equiparada a baderna…

Diferenças ideológicas constituem-se em forma de pensar e de se expressar, que não se confundem com tentativas de violação a uns dos nossos símbolos, como a bandeira brasileira queimada. São brasileiros estes criminosos ou são socialistas? Nossa fronteira está aberta. Podem ir morar na Venezuela, mas aqui o regime é de respeito à Carta Magna para todos que aqui vivem. No Estado Democrático de Direito a violência não é expressão de vontade popular, mas de destruição de patrimônio o que é injustificável. Infelizmente a humanidade evoluíra muito pouco nos últimos 50 anos no Brasil, e o atual “status quo” muito se deve à péssima qualidade de ensino e da educação, cujos jovens hoje nas faculdades são denominados “filhos do PT”, devido à péssima formação cultural e à incapacidade que enfrentarão nos próximos anos para adentrarem no mercado de trabalho.

Contudo, bem pior para os verdadeiros brasileiros, é depararmos diariamente com a malévola perseguição ao Presidente, ato encabeçado por parte do jornalismo desqualificado que não engole a derrota sofrida nas urnas. Silentes durante 16 anos, sendo omissos e coniventes com a corrupção, hoje atacam o governo federal e, ainda, vendem uma imagem do País no exterior que não é a verdadeira. E, se não fomos a Nação do futuro e não temos os melhores hospitais, escolas, saneamento, moradia, e  nem somos um dos países mais ricos do planeta é por culpa exclusiva  desses verdadeiros antipatriotas que ignoram nossa bandeira, mas impunham uma vermelha de tristes recordações por representar a escravidão do povo,  a miséria e, acima de tudo, o menosprezo para com o povo sempre explorado como se fossem párias.

*José Alfredo Ferreira de Andrade é escritor e ex-Conselheiro Federal da OAB/AM nos Triênios 2001/2003 e 2007/2009 – OAB/AM A-29  

Fonte: Alfredo Andrade

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