15 de abril de 2021

Crédito registra alta no Norte

Demanda do consumidor por crédito aumenta 0,8% em novembro no Norte do país quando comparado ao mês anterior

Demanda do consumidor por crédito aumenta 0,8% em novembro no Norte do país quando comparado ao mês anterior. Os dados foram divulgados nessa terça-feira (11), pelo Indicador Serasa Experian. Em termos nacionais, os números recuaram 7,6% em relação a outubro deste ano. Para especialistas, a queda é justificada pelo acúmulo de feriados prolongados.
No entanto, o economista Marco Antonio Pereira destaca que o comportamento do consumidor pode ser considerado em ‘processo de recuperação’. “Ao ajustar as datas e dias úteis, a alta nacional foi de 1,7% em novembro de 2012 e 5,3% no comparativo com igual mês, em 2011”, diz Pereira.
Quando a análise é delimitada por região, nota-se que o maior recuo foi registrado no Sudeste, com queda de 14,8% em relação a outubro deste ano. Outra região que apresentou recuo na demanda do consumidor por crédito foi o Nordeste com variação negativa de 1,7%.
Nas demais regiões, houve avanços com destaques para o Centro-Oeste e Sul, com crescimentos de 3,0% e 3,1%, respectivamente, na comparação mensal entre novembro e outubro deste ano.
No Norte, o último recuo registrado foi em setembro, quando a procura caiu -15,5%. No mês seguinte, o crescimento foi de 7,5% e em novembro, 0,8%. No acumulado de janeiro a novembro, a região soma 3,4% e 18,4% quando comparado a novembro de 2011. “Os melhores resultados continuam sendo registrados nas regiões que apresentam renda per capita mais baixa no país”, explica a assessora econômica Samantha Gomes Alves.
Em 2012, devido ao impacto do aumento do salário mínimo, apenas a camada de renda mais baixa da população (ganhos até R$ 500 mensais) está registrando crescimento da sua procura por crédito: alta de 4,7% no acumulado de janeiro a novembro de 2012, frente ao mesmo período do ano passado. Todas as demais faixas de renda apresentam quedas neste mesmo critério.
“Com a chegada do fim do ano, é natural que a procura por crédito seja aumentada, em especial para aqueles que têm salários inferiores a dois ou três mínimos”, adianta Gomes Alves.

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