A ignorância dos medíocres os afasta do futuro. Dar amparo a supostos formadores de opinião, que nunca se preocuparam com a miséria, a fome, o ensino básico e a necessária saúde, não passa de implícito reconhecimento da pobreza de nosso cenário político. Dentro dessa triste realidade permitir que alienados coloquem suas cabeças para fora é a confissão de que a mesmice ainda se fará presente nas próximas eleições. Criticar é fácil, enfrentar a herança maldita é para os fortes e fazer crescer a Nação no meio de uma pandemia é para os vencedores, ou seja, os brasileiros de verdade. Criticar e negar as realizações é, no mínimo, ser leviano. Agora ignorar os atuais resultados no cenário econômico é amargar a própria torpeza. O Presidente encontrara um Brasil sem projeto, que vinha de uma gestão “tapa buraco”, até porque o antecessor em dois anos nunca poderia construir tudo que fora destruído: educação, saúde, transporte, gerando desemprego, fome etc…

Por isso até FHC reconhecera: “O lulismo quebrara o país”. Afinal, não fora por acaso que a OCDE convidara o Brasil para coordenar grupo de recuperação econômica; reconhecendo, implicitamente, que o governo adotara práticas saudáveis que minimizaram os danos advindo de atos infelizes praticados por governadores e prefeitos; os quais não sabem onde colocaram os astronômicos valores recebidos do governo federal e, ainda, numa demonstração de mau-caratismo ingressaram no STF requerendo serem todos dispensados de comprovar a “sadia” aplicação do dinheiro. Serão inocentes ou ladrões? E, para ratificar o histórico crescimento da Nação a ONU acaba de reconhecer “a liderança do Brasil na agricultura”, fato divulgado pela “revista Forbes”, (e não por um veículo da denominada grande mídia), para quem o agronegócio é “peça importante no tabuleiro global dos impactos das mudanças climáticas e pode contribuir para salvar o planeta”. De acordo com o relatório “a produtividade crescera 386% e a área agrícola apenas 83%, significando uma preservação de 120 milhões de hectares de florestas”. Mas a melhor surpresa refere-se ao crescimento do PIB ter sido superior às projeções mais otimistas, ou seja, de 1,2% no primeiro trimestre; o que conduz os analistas a acreditarem que no fim do ano poderá atingir a marca dos 5%; o que será altamente positivo e calará aqueles que só fazem destruir a Nação. Não creditar ao governo federal este desempenho é ser desonesto até porque o Presidente fora contra o LOCKDOWN e apoiara todos os setores produtivos, em especial o agronegócio. Sejam mais honestos. 

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