Cred Service anuncia investimento em expansão

Após uma expansão de 7% no faturamento de 2007 sobre o ano anterior, a empresa de cobrança Cred Service ­projeta um crescimento de 12% nas receitas neste ano. Para isso, projeta investimentos em máquinas, equipamentos, campanhas de mídia e abertura de novas unidades para alavancar os negócios nesse segmento ainda pouco explorado no mercado local.

De acordo com o proprietário, José Carlos Varela, em 2008 devem ser aplicados cerca de R$ 380 mil, incluindo o aporte para treinamento e automação. “Estamos esperando que a demanda continue em ascensão, o que nos possibilitará aplicar dinheiro em máquinas e equipamentos, principalmente no telemarketing direto”, afirmou.

Com duas unidades, uma em Manaus e outra em Boa Vista, Roraima, o executivo já está prospectando a abertura de uma terceira, na capital acreana, Rio Branco. A nova filial terá um aporte de R$ 35 mil e vai representar um acréscimo de 34,28% no volume de empregos gerados, passando dos atuais 35 para 47 colaboradores.

A empresa trabalha com cobrança para recuperação de crédito de forma extrajudicial e tem entre os principais clientes bancos, concessionárias de serviço público, empresas de telefonia e supermercados. “O pequeno empresário ainda não descobriu a vantagem dos nossos serviços, e isso significa que ainda temos muito a crescer”, observou.

Reconquistar a clientela

Segundo Varela, a tendência hoje nesse segmento é não apenas recuperar o crédito, mas resgatar o cliente, o que acarretou em mudanças na metodologia de cobrança. Para ele, no entanto, quando uma empresa se propõe a alavancar suas vendas, utilizando os facilitadores do crédito necessariamente têm que criar uma rotina de confecção de ficha cadastral com confirmação de existência por profissional competente e de confiança, de forma a reduzir os riscos da inadimplência.

Seja por negligência ou má fé no exercício das atribuições, onde pode haver conivência interna, o executivo ressaltou que a inadimplência pode ocorrer de duas formas básicas. A primeira, involuntária, quando o cliente tem sua capacidade de pagamento reduzida, seja por demissão ou outro fator.

A segunda forma é por má gestão, ou seja, o cliente é desorganizado com suas contas, e o vendedor percebe isso e não evita a venda.

“A importância de uma empresa de cobrança é que o nosso cliente passa a terceirizar o seu setor de contas a receber. Quem vende não pode cobrar, pois na relação de compra e venda, cria-se um vínculo de amizade. O ideal é usar escritório de profissionais”, disse.

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